Agência Sindical - As Centrais deixaram de lado o supérfluo da reforma sindical e vão se concentrar esforços no principal, ou seja, na luta por emprego, renda e direitos.

Foi o que se viu nesta segunda, 18, em encontro no Sindicato dos Químicos de SP, com presença da CUT, CTB, Força Sindical, UGT, CSB, CGTB, Nova Central, Intersindical e CSP-Conlutas, de movimentos sociais ao MST e às Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo. Presentes também lideranças políticas como a deputada Gleise Hoffman, presidente nacional do PT.

O encontro aprovou documento, que tem origem na Agenda Prioritária da Classe Trabalhadora, finalizado pelo Dieese, em 2018, com base em propostas das Centrais. Os dirigentes se reúnem nesta terça (19), na CUT, em São Paulo, a fim de definir o calendário de mobilizações pró-geração de empregos e anunciar a Jornada Nacional de Luta, cuja pauta unitária mobiliza contra a política econômica do governo Bolsonaro-Paulo Guedes.

Congresso - Clemente Ganz Lúcio, coordenador-técnico do Dieese, afirmou à Agência Sindical: “A ideia é fazer atos públicos, intensificar o diálogo com a base trabalhadora e também organizar uma agenda de contatos e negociações junto ao Congresso Nacional”. Nesse caso, Dieese e Diap devem atuar em conjunto.

Chamado, pelos organizadores, de “Encontro Emprego e Desenvolvimento”, o evento orientou sindicalismo e movimentos populares a levar aos bairros e junto a associações de moradores o debate por emprego, renda e direitos.

Nacional - Setores do sindicalismo, especialmente a Central CTB, defendem encontro sindical nacional da classe trabalhadora, uma espécie de nova Conclat, para cimentar a unidade, fortalecer a pauta unitária e mobilizar, em bloco, os destacamentos sindicais ou por categoria.

Mais informações - Sites das Centrais.