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O ESTADO DO PARANÁ, 10
de julho de 2009 | Economia
FGTS arrecada 32% menos
no semestre
Agência Estado
Desastres naturais e o impacto da crise econômica mundial no mercado
de trabalho fizeram com que a arrecadação líquida
do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) despencasse 32,35%
no primeiro semestre deste ano na comparação com o mesmo
período de 2008. A queda só não foi maior graças à arrecadação
bruta recorde de R$ 4,474 bilhões em junho - desconsiderando meses
de janeiro e dezembro, que são influenciados pelo 13º salário.
Nos seis primeiros meses do ano, a diferença entre a arrecadação
bruta e os saques foi de R$ 2,3 bilhões.
O vice-presidente de Fundos de Governo
da Caixa Econômica Federal,
Wellington Moreira Franco, explicou que o recuo da arrecadação
líquida está diretamente relacionado ao saque de R$ 1,3
bilhão feito por trabalhadores que sofreram com as chuvas que
caíram no ano passado em Santa Catarina. Mas, para Moreira Franco,
o dado de junho indica que o pior já passou e a expectativa é de
que a arrecadação líquida cresça 4,6% neste
ano em relação a 2008, atingindo R$ 6,3 bilhões.
"Em março, ficamos apreensivos porque a arrecadação
líquida do fundo foi negativa. O número de junho nos deu
alegria e tranquilidade", afirmou, acrescentando que um dos maiores
temores era o agravamento da crise econômica. Segundo ele, o valor
da arrecadação bruta "foi extremamente alto e reflete
a melhora da economia". "O País está conseguindo
sair da crise e o FGTS expressa isso", comemorou Moreira Franco.
De outro lado, os saques atingiram R$ 4,146 bilhões. O Fundo de
Garantia é um dos principais financiadores dos programas do governo
na área de habitação, saneamento básico e
transporte público. As informações são do
jornal O Estado de S. Paulo.
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O
ESTADO DO PARANÁ, 10 de julho de 2009 | Economia
BNDES: desembolsos sobem
10,8% no primeiro semestre
Agência Estado
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) divulgou
hoje um aumento de 10,8% nos desembolsos no primeiro semestre deste ano
ante igual período do ano passado. As consultas para novos investimentos
cresceram 40% no período. Os desembolsos para o setor industrial
subiram 8% no período.
O presidente do BNDES, Luciano Coutinho,
disseque os dados de desempenho do banco no primeiro semestre mostram
que "o pior da crise já passou,
os desembolsos se sustentaram". Segundo ele, os bancos públicos,
inclusive o BNDES, tiveram um importante papel anticíclico na
crise e "está havendo um início de resposta positiva
por parte do setor empresarial".
Segundo ele, a expectativa é de que no segundo semestre os resultados "sejam
bem mais fortes" e, ao final do ano, o banco apresente novo recorde
de desembolsos em 12 meses.
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Valor Online, 10 de julho
de 2009
BNDES ajudará a manter juros em um dígito,
diz Coutinho
O
presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico
e Social (BNDES), Luciano Coutinho, acredita que a economia brasileira
poderá consolidar um patamar de taxas de juros de um dígito,
com os juros reais abaixo dos 5% ao ano durante os próximos
três a quatro anos. O economista destacou que as medidas de apoio
do banco de fomento aos investimentos em bens de capital ajudarão
o trabalho do Banco Central de controle inflacionário. Atualmente,
a taxa básica de juros da economia brasileira (a Selic) está em
9,25% ao ano.
Coutinho, que apresentou hoje o desempenho
do BNDES no primeiro semestre, ressaltou que a aposta do banco no
incentivo à criação
de capacidade no parque produtivo brasileiro é uma forma de
garantir expansão da oferta antes de um aumento da demanda,
evitando pressões inflacionárias no futuro.
"Um dos papéis
do BNDES é ajudar o Banco Central no médio
e no longo prazo. A forma de ajudar é fortalecer o investimento
que cria capacidade produtiva, cria oferta e impede que haja desequilíbrio
entre oferta e demanda", afirmou Coutinho.
No mês passado, Coutinho e o ministro da Fazenda, Guido Mantega,
anunciaram reduções de juros em diversas linhas do banco
de fomento como forma de incentivar o setor de bens de capital. Entre
as medidas tomadas está a redução dos juros para
aquisição e produção de máquinas
e equipamentos nas linhas Finem, Finame, Finame Agrícola e BNDES
Automático, de 10,25% ao ano, em média, para 4,5% ao
ano, exceto para aquisição de ônibus e caminhões,
que terá taxa fixa de 7%. Na exportação, o custo
do pré-embarque foi reduzido de 12,05% ao ano, em média,
para 4,5% anuais, e o do pós-embarque caiu em 2 pontos percentuais.
O presidente do banco de fomento frisou que o BNDES tem uma contribuição
macroeconômica "que nem sempre é compreendida".
"Espero que (a taxa básica
de juros) fique em um dígito
e que, em termos reais, fique em patamar 'sub-cinco'" , disse
Coutinho. "Temos que pensar em criar condições para
que economia brasileira poupe e invista mais" , acrescentou.
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InfoMoney, 10 de julho
de 2009
Carga tributária atinge
recorde de 35,8% do PIB em 2008, divulga Receita
A Receita Federal divulgou nesta terça-feira (7)
que a carga tributária brasileira atingiu o recorde de 35,8%
do PIB (Produto Interno Bruto) em 2008, ante 34,72% no ano passado,
considerando
tributos federais, estaduais e municipais.
A carga tributária é a comparação da arrecadação
de tributos nas três esferas de governo, que chegou a R$ 1,034
trilhão no ano passado, com o PIB, que foi de R$ 2,889 trilhões.
Em 2007, a arrecadação de tributos foi de R$ 901 bilhões,
o que significa que ela aumentou 8,3% em 2008. Já a economia,
descontada a inflação, cresceu 5,1% no ano passado.
Tributos
O resultado foi alcançado mesmo com o fim da CPMF (Contribuição
Provisória sobre a Movimentação Financeira), que
foi extinta no ano passado e compensada pelo aumento da alíquota
do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras).
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BEM PARANÁ, 10 de julho
de 2009 | Economia
Ipardes cria cesta nutricional
O custo da alimentação básica para uma família
curitibana, formada por 33 produtos, em junho foi orçado em
R$ 433,43
O custo da alimentação básica para uma família curitibana,
formada por 33 produtos, em junho foi orçado em R$ 433,43. O valor foi
definido pelo Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social
(Ipardes) que iniciou ontem a divulgação da variação
mensal do custo da cesta nutricional. Esta cesta é composta por produtos
que procuram atender as necessidades nutricionais mínimas para uma família
composta por quatro pessoas (dois adultos, um adolescente de 14 a 17 anos e uma
criança de 7 a 10 anos), conforme orientação do Centro Colaborador
de Alimentação e Nutrição da Região Sul (CECAN-Sul)
e Departamento de Nutrição da Universidade Federal do Paraná (UFPR).
Ela é composta por: cereais e derivados, tubérculos, raízes
e amilácios, açúcares, doces, leguminosas, verduras, frutas,
carnes, ovos, leite e derivados, gorduras, café e infusões e
condimentos. A preocupação com a segurança alimentar e
a composição adequada no consumo diário foram os pilares
para que o Ipardes desenvolvesse o estudo.
O coordenador da pesquisa, Francisco Castro,
acrescenta que a cesta também
leva em consideração os hábitos de consumo da população
de Curitiba, a qual é verificada pelos resultados da Pesquisa de Orçamento
Familiar (POF), realizada a cada cinco anos pelo Instituto Brasileiro de Geografia
e Estatística (IBGE).
“
Esperamos contribuir para que as famílias tenham uma referência
quanto ao valor de uma cesta de alimentos equilibrada para a saúde,
indicando produtos que façam parte do hábito de consumo dos curitibanos.
Ela também pode ser uma referência para a composição
das cestas distribuídas pelas empresas aos seus funcionários”,
explicou Castro.
Para calcular a variação de preços da cesta nutricional,
o Ipardes vai utilizar a mesma metodologia do Índice de Preços
ao Consumidor (IPC), que mede a inflação em Curitiba para famílias
com renda de um a 40 salários mínimos desenvolvida e realizada
pela instituição desde 1973.
Segurança — Dados sobre insegurança alimentar no Brasil
demonstram que a má qualidade na alimentação levam à desnutrição
e no outro extremo ao aumento significativo nos índices de obesidade.
Levantamento feito em 2006, pela Pesquisa Nacional de Demografia e Saúde
da Criança e da Mulher, do Ministério da Saúde, mostrou
que a prevalência de obesidade estimada para o conjunto das mulheres
brasileiras entre 15 e 49 anos de idade foi de 16%, variando de 12,8%, na região
Norte, a 19,4%, na região Sul.
A menor prevalência de Insegurança Alimentar grave é apresentada
por mulheres entre 20 e 24 anos (3,6%), sendo mais alta nas adolescentes (5,1%)
e nas de 40 anos ou mais (5,8% e 5,9%). (AE)
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Procon/DF, 10 de julho
de 2009
Consignado: aumento do empréstimo;
cautela na hora de assinar contrato
Existem hoje cerca de 22 milhões de aposentados e pensionistas
no Brasil. Desses, 15 milhões utilizam o crédito consignado.
O Instituto de Defesa do Consumidor (Procon-DF) orienta:
- se você é aposentado ou pensionista do INSS e pretende
fazer algum empréstimo consignado, tenha muito cuidado com as
armadilhas que esse serviço pode oferecer.
Como esse tipo de operação é permitida pelo Governo,
pessoas idosas são as maiores vítimas dessa transação
perigosa.
Por não terem experiência
ou conhecimento, justamente os mais velhos, acabam caindo facilmente
em um golpe financeiro.
O programa de empréstimos a aposentados
e pensionistas do INSS com descontos das parcelas na folha de pagamento
foi autorizado pela
Lei 10.820/2003.
O valor das parcelas é descontado diretamente do benefício
previdenciário e o teto das taxas de juros cobradas é estipulado
pelo Conselho Nacional de Previdência Social.
O Procon-DF alerta o consumidor para
ficar atento, pois a taxa contempla todos os custos da operação de empréstimo ou cartão
de crédito, ou seja, o custo efetivo.
As instituições também devem informar previamente,
ao titular do benefício, o valor total financiado, a taxa mensal
e anual de juros.
E para assegurar seus direitos, ao assinar o contrato, o consumidor
deve exigir sua via.
É proibida a contratação de empréstimos
por telefone e também a cobrança da Taxa de Abertura
de Crédito (TAC) ou qualquer outra taxa de impostos.
Para o cartão de crédito é permitida a cobrança
de uma taxa única de emissão no valor de R$ 15.
O cliente não é obrigado a contratar o empréstimo
no banco em que recebe o pagamento, podendo optar por outra instituição
financeira que oferecer menor taxa de juros.
Para evitar irregularidades, os bancos
não podem fazer operações
com beneficiários de outros estados:
- o empréstimo deverá obrigatoriamente ser contratado
na unidade federativa em que o aposentado ou pensionista morar e receber
o benefício.
O Consumidor que, a qualquer momento,
se sentir prejudicado por operações
irregulares ou que identificar descumprimento do contrato por parte
da instituição financeira ou de normas estabelecidas
pela Instrução Normativa 28, deverá registrar
sua reclamação pelo telefone 151 do Procon-DF.
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Vermelho, 10 de julho de 2009
Fortune: Petrobras salta
29 empresas e é a 34ª do mundo
Apedrejada diariamente
pela mídia mercantil de seu próprio
país, a Petrobras subiu da 63ª para a 34ª posição
entre as 500 empresas de maior faturamento do mundo, no ranking da revista
norte-americana Fortune. Pelo critério de lucratividade, a Petrobras
apareceu na sexta posição, deixando em sétimo a
Microsoft. A crise global provocou profundas mudanças no ranking.
A petroleira estatal foi a única companhia brasileira dentre
as 100 maiores do mundo, segundo o levantamento, tendo registrado no
ano passado um faturamento de US$ 118,2 bilhões. A segunda colocada
brasileira foi o Bradesco, na posição de número
148. Seguiram-se a Itaúsa (controladora do Itaú Unibanco),
Banco do Brasil, Vale e Gerdau, nos lugares 149, 174, 205 e 400, respectivamente.
Pelo critério de lucratividade, a Petrobras apareceu na sexta
posição, superando gigantes como a Microsoft (7ª),
General Electric (8ª), Nestlé (9ª) e Wal-Mart (14ª).
Nesse quesito, a mineradora brasileira Vale ficou na 16ª posição.
Petroleiras em alta
A Fortune apontou a gigante anglo-holandesa de petróleo Shell
como a líder do ranking, desbancando a rede americana de supermercados
Wall Mart. É a primeira vez que uma empresa de fora dos Estados
Unidos encabeça a lista, um efeito da crise econômica global,
que tem seu centro nos EUA. A Wall Mart caiu para terceira posição,
atrás da também petroleira Exxon Mobil, também dos
EUA.
Das dez primeiras empresas que formam o ranking, sete são do setor
de petróleo. Afora as duas citadas, estão entre as dez
mais: BP (Grã-Bretanha, 4º), Chevron (EUA, 5ª), Total
(França, 6ª) ConocoPhilips (EUA, 7ª) e Sinopec (China,
9ª). As empresas petrolíferas também lideram o ranking
das mais lucrativas do mundo, com seis entre as dez primeiras colocações.
Os números da revista se referem a 2008, quando os preços
do petróleo sofreram forte elevação.
O boom petroleiro favoreceu também a estatal venezuelana PDVSA – outro
desafeto da mídia –, que superou a própria Petrobras,
com faturamento de US$ 126 bilhões e em 27º lugar. Entre
as petroleiras latino-americanas, a Petrobras ficou em terceiro, atrás
da também estatal mexicana Pemex, com US$ 119 bilhões e
o 31º lugar.
EUA descem e China sobe
Quanto à participação por país no conjunto
da lista das 500 maiores empresas, os EUA recuaram enquanto cresceu a
participação da China. Pela primeira vez desde que a Foirtune
iniciou o ranking, em 1995, os EUA figuram nele com 140 companhias, embora
mantendo a participação mais numerosa. Na edição
anterior do ranking, elas eram 153.
Além de figurar pela primeira vez entre as dez mais, com a já citada
Cinopec, a China colocou entre as 500 um número sem precedentes,
de 37 empresas. Nove delas entraram agora na lista; as que já estavam
nele subiram de posição. "A China será a segunda
maior economia do mundo em 2025", previu a revista ao comentar os
resultados.
A América Latina situou 11 empresas entre as 500 mais: as seis
brasileiras, quatro mexicanas e a PDVSA venezuelana, que no entanto aparece
como a maior da região em faturamento.
Da redação, com agências
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Folha de S.Paulo, 10 de
julho de 2009
Caem pedidos de seguro-desemprego nos EUA
FERNANDO CANZIAN
DE NOVA YORK
O número de desempregados nos Estados Unidos que apelaram ao
seguro-desemprego na semana passada caiu para o nível mais baixo
desde dezembro de 2008. A redução foi de 52 mil pedidos,
encolhendo para 565 mil o total dos que pediram o benefício
até sexta-feira.
O volume de pedidos desse benefício nos EUA é tradicionalmente
considerado um bom termômetro da recessão. Nos ciclos
negativos do passado, sua queda indicou a proximidade do final da crise.
Desta vez, porém, não só os dados vieram distorcidos
por mudanças estruturais no setor automobilístico como
a própria taxa de desemprego, que está em 9,5%, vem surpreendendo
negativamente.
Normalmente, o setor automobilístico demite mais pessoas nesta época
do ano, quando fecha ou redesenha plantas para começar o planejamento
e produção de novos modelos.
Como General Motors e Chrysler entraram em concordata, boa parte desse
ajuste já foi feita. Isso pode ter contribuído para reduzir
neste momento o volume de pedidos de seguro-desemprego.
No total, porém, o número de pessoas pedindo o seguro-desemprego
após a primeira semana recebendo o benefício saltou em
159 mil, elevando para um recorde de 6,8 milhões os norte-americanos
recebendo hoje esse tipo de ajuda estatal.
Além dos dados divulgados pelo Departamento do Trabalho, outras
estatísticas revelaram que o volume de estoques no comércio
dos EUA diminuiu em maio, o que alimentou a expectativa de que poderá haver
um aumento dos pedidos à indústria. A redução
nos estoques, porém, foi menor do que a registrada em abril.
Entre as maiores empresas de comércio nos EUA que vêm
anunciando os resultados de junho, a percepção ainda é que
as vendas permanecem extremamente fracas.
Como vem acontecendo há semanas, os vários dados anunciados
sobre o comportamento da maior economia do mundo continuam voláteis
e, na maioria dos casos, contraditórios.
O sobe e desde na Bolsa de Valores de Nova York e a gangorra de opiniões
entre pessimistas e otimistas têm sido uma constante no mercado
financeiro por conta disso.
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O ESTADO DO PARANÁ, 10
de julho de 2009 | Política
Reforma não cortará privilégios
dos senadores
Agência Estado
Os privilégios desfrutados pelos senadores, como a assistência
médica vitalícia, vão continuar intocáveis
na reforma estrutural do Senado que está em elaboração
pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). "Não
vamos colocar os senadores no mesmo pé que os funcionários",
resumiu Bianor Cavalcanti, professor da FGV e um dos responsáveis
pelo estudo de modernização do Senado. Pela proposta da Fundação,
que será concluída daqui a 20 dias, os parlamentares continuarão
a usufruir de mordomias, como gasto ilimitado de telefone celular, passagens
aéreas e moradias funcionais, além de assistência médica
para toda a vida paga pelos cofres públicos para senadores, ex-senadores
e seus familiares. "Podem ser medidas diferenciais', disse Cavalcanti,
ao referir-se às benesses dos parlamentares. Ele não citou,
no entanto, nenhuma medida para acabar com os privilégios dos
senadores.
Uma das propostas apresentadas pela FGV
para reestruturação
do Senado é a redução do número de funcionários
da Casa. A ideia, segundo Bianor Cavalcanti, é cortar cerca de
40% do total de 10 mil funcionários entre efetivos, comissionados
e terceirizados. Em um primeiro momento, a proposta é demitir
2,4 mil terceirizados e comissionados. Um segundo passo é a implantação
de um Programa de Demissão Voluntária (PDV) para estimular
os servidores efetivos a sair do Senado. "O que não dá é 10
mil funcionários para atender a 81 senadores. Isso é um
peso muito grande", observou o professor da FGV.
Nesta primeira etapa da reestruturação, o Senado deverá cortar
30% do total de 3,5 mil terceirizados, o que dará até 1.050
demissões. Essas demissões vão ocorrer a medida
que os contratos com empresas de prestação de serviços
forem revistos pelo Senado. A outra etapa irá atingir os 2.875
comissionados, mas isso dependerá da boa vontade dos senadores.
Nada menos que 2.616 ocupantes de cargos em comissão no Senado
estão lotados nos gabinetes dos senadores. Na área administrativa,
fora dos gabinetes, o número é bem menor: 259 comissionados.
O gasto total com os comissionados é de R$ 269 milhões
ao ano, R$ 233,7 milhões com os comissionados dos gabinetes e
R$ 35,2 milhões com os comissionados que não trabalham
em gabinetes de senadores.
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BEM PARANÁ, 10 de julho
de 2009 | Economia
Crise no Senado
Revista britânica chama Senado
brasileiro de 'casa de horrores'
Publicação faz uma longa lista dos escândalos
no Brasil
A longa lista de escândalos do Senado brasileiro chegou às
páginas da revista britânica 'The Economist', uma das mais conceituadas
do mundo. Com o sugestivo título de "Casa de Horrores", a publicação
relembra o escândalo dos atos secretos, a residência milionária
(R$ 4 milhões) omitida pelo presidente José Sarney da Justiça
Eleitoral, os negócios no crédito consignado de seu neto José Adriano
Sarney, dentro da Casa, além da farra das passagens aéreas e a
casa de R$ 5 milhões não declarada à Receita Federal pelo
ex-diretor Agaciel Maia.
Com o irônico subtítulo "O que os parlamentares britânicos
podem aprender com os senadores brasileiros" - por conta de recentes escândalos
na Inglaterra em que deputados foram pegos usando dinheiro público para
pagar contas particulares - a reportagem começa lembrando outros detalhes
da vida no Senado com que os brasileiros já estão acostumados:
10 mil servidores para tomar conta de apenas 81 senadores, plano de saúde
gratuito e vitalício para os parlamentares, auxílios-moradia
generosos. "Um ex-servidor conta que seus colegas costumam dizer que o
Senado era como uma mãe para eles. Outros o comparam a um clube",
diz a revista.
A 'The Economist' conta, ainda, que senadores
de todos os espectros políticos
estão envolvidos, citando o caso de Arthur Virgílio (PSDB-AM),
que teve uma conta de seu hotel em Paris paga por Agaciel Maia.
Sarney, na reportagem, é apontado como um "sobrevivente" e
o prognóstico da revista é de que ele deverá manter a
cadeira de presidente do Senado, lembrando a defesa do senador feita pelo presidente
Luiz Inácio Lula da Silva e seu interesse em manter o PMDB como aliado. "Em
um período em que a economia apenas começa a ressurgir de uma
recessão, a saga dos atos secretos lembra aos brasileiros que seus políticos
nunca impõem austeridade a eles mesmos. Também por relembrar
os defeitos de alguns aliados de Lula e sua disposição para fechar
os olhos a escândalos quando isso lhe serve", finaliza a publicação.
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FOLHA DE LONDRINA, 10 de julho de 2009 | Economia
Negociações
emperradas entre comerciários e comerciantes
Patrões alegam que o índice de
reajuste traria desemprego
A
negociação entre comerciantes e comerciários para
definição da nova Convenção Coletiva de Trabalho
está emperrada. O último acordo expirou no dia 1º de
maio (data-base da categoria), foi prorrogado até o fim de junho,
mas até agora não há consenso. De um lado, comerciários
pedem reajuste salarial de 15% para três faixas de trabalho e 8%
de aumento para comissionados; do outro, os empresários fecharam
em um índice de 7,84% (referente ao INPC entre maio de 2008 e maio
de 2009) para todas as funções. A principal alegação
patronal é que o reajuste traria desemprego.
Os comerciários formam uma das maiores categorias profissionais
de Londrina e região. O sindicato dos trabalhadores tem atuação
em 20 municípios e representa cerca de 25 mil trabalhadores, dos
quais 13 mil no município. ''Já foram três rodadas
de negociação. Na última o sindicato patronal havia
acenado com uma proposta melhor, mas depois nos enviaram uma correspondência
com uma contra-proposta menor'', disse José Lima do Nascimento,
presidente do Sindicato dos Empregados no Comércio. Segundo ele,
não há possibilidade de a categoria aceitar a proposta
do Sindicato do Comércio Varejista de Londrina (Sincoval).
A proposta dos comerciários é aplicar o reajuste - cerca
de 15% - fixado para o salário mínimo regional. ''Não
podemos receber abaixo do piso regional'', afirmou Lima. O pedido é reajustar
o salário dos comissionados, por exemplo, de R$ 560 para R$ 630;
trabalhadores que recebem acima do piso teriam aumento de 8%. ''Não
dá para negociar porque, em muitos casos, o salário de
certos cargos ficariam mais baixos do que o salário mínimo
nacional e isso é proibido pela Constituição. O
nosso pedido está muito aquém da proposta inicial deles
(do sindicato patronal)'', alegou.
Ele ainda acrescentou que os comerciários estão com ''boa
vontade'', tanto que continuam trabalhando nos dois primeiros sábados
de cada mês e aceitaram propostas de horários diferenciados
para datas comemorativas, como o Dia das Mães e o Dia dos Namorados.
Até segunda-feira, o sindicato dos comerciários enviará correspondência à entidade
patronal para informar que não aceita a proposta apresentada.
Procurada pela reportagem, a presidente do Sincoval, Nájila Nabhan,
afirmou que o pedido de 15% é inviável. ''Estamos em uma
crise e temos que pensar em todos, desde os pequenos (comerciantes) até os
que estão na região, em cidades pequenas'', observou.
O momento, para a presidente do Sincoval,
exige avaliações
claras, ''sem ilusões''. ''Estamos oferecendo um ganho real, não
adianta estourarmos nosso caixa e aumentar o desemprego porque é isso
que vai acontecer'', comentou. O pedido de um reajuste de 15% (mesmo índice
concedido pelo governo do Estado), segundo ela, é inviável.
''Nem o Requião (governador do Estado) deu esse aumento para os
funcionários públicos, que receberam 6%. Temos que ser
realistas'', salientou. Nájila acrescenta que as vendas registradas
pelo comércio estão menores do que as registradas no mesmo
período do ano passado. O desempenho só não foi
pior devido ao frio registrado em maio e junho. ''Mas mesmo assim as
vendas não foram melhores do que no ano passado'', disse.
Fernanda Mazzini
Reportagem Local
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Agência Diap, 10
de julho de 2009
PEC 210/07: adicional por tempo de serviço, comissão
aprova texto do relator
Substitutivo retira do texto original o
limite de 35% para que as parcelas de caráter indenizatório não
sejam computados para efeito do teto de remuneração no
serviço
público - o salário dos ministros do Supremo Tribunal
Federal (STF), hoje de R$ 24,5 mil
A comissão especial sobre adicional por tempo de serviço
de juízes e procuradores (PEC 210/07) aprovou o parecer com
complementação de voto do relator, deputado Laerte Bessa
(PMDB/DF).
O substitutivo retira do texto original
o limite de 35% para que as parcelas de caráter indenizatório não sejam computados
para efeito do teto de remuneração no serviço
público - o salário dos ministros do Supremo Tribunal
Federal (STF), hoje de R$ 24,5 mil.
Atualmente, a Constituição já exclui do teto
as parcelas de caráter indenizatório, sem limite de percentual.
O substitutivo também muda a Constituição para
criar subsídio fixo em parcela única para detentores
de mandato eletivo, ministros e secretários estaduais e municipais;
e cria adicional por tempo de serviço de 5% a cada cinco anos
de efetivo exercício para os servidores públicos de carreiras
típicas de estado.
O parecer do relator também define as atividades consideradas
exclusivas de estado. O texto original da PEC 210/07 é do deputado
Regis de Oliveira (PSC/SP).
A proposta aguardará votação no plenário
da Casa, em dois turnos. Para ser aprovada necessita de 308 votos favoráveis.
O relatório foi apresentado
na semana passada, mas a votação
foi adiada em razão de pedido de vista coletivo apresentado
pelos deputados Eduardo Valverde (PT/RO), Major Fábio (DEM/PB),
Marcelo Itagiba (PMDB/RJ), Washington Luiz (PT/MA) e Zenaldo Coutinho
(PSDB/PA).
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Agência Diap, 10
de julho de 2009
Trabalhador com mais de 60 anos
pode sacar PIS/Pasep, aprova comissão
A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do
Senado aprovou hoje (8), o PLS 216/07, senador Paulo Paim (PT/RS), que
permite que o
trabalhador com mais de 60 anos de idade saque seus recursos acumulados
no Fundo de Participação PIS/Pasep.
O parecer, com as emendas apresentadas
na Comissão de
Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), do
senador Efraim Morais (DEM/PB) foi aprovado por unanimidade no colegiado.
Agora o PLS 216/07 será encaminhado
para a Secretaria Geral da Mesa.
Previdência
complementar
Outra matéria que teve o parecer aprovado na CAS foi o PLS 511/07,
também do senador Paim, que altera a Lei 11.053, de 29 de dezembro
de 2004.
O PLS 511/07 estava sob a relatoria do
senador Roberto Cavalcanti (PRB/PB), que já havia apresentado parecer favorável
pela aprovação do projeto.
O texto desta matéria permite a participantes e assistidos
de plano de previdência complementar optarem pelo regime de tributação
quando da obtenção do benefício ou do resgate
dos valores acumulados.
A proposição segue para a Comissão de Assuntos
Econômicos (CAE), em decisão terminativa.
Conta
salário
Também estava na CAS, em decisão terminativa, o PLS 340/04,
do senador Aluízio Mercadante (PT/SP), que altera o artigo 464
da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).
Este projeto de lei confere aos empregados
o direito de escolher a instituição financeira e a agência em que os empregadores
depositarão sua remuneração.
O parecer favorável pela aprovação deste e do
PLS 176/04, do relator, senador Inácio Arruda (PCdoB/CE), foi
aprovado por unanimidade.
Trabalho avulso
Ainda na CAS merece destaque a aprovação do parecer do
PLC 84/09 (na Câmara PL 3.969/00) do deputado Hermes Parcianello
(PMDB/PR). Este projeto dispõe sobre as atividades de movimentação
de mercadorias em geral e sobre o trabalho avulso.
A relatoria do PLC 84/09 coube ao senador
Paulo Paim, que já havia
apresentado parecer pela aprovação da matéria.
Atividade rural
E para finalizar na CAS também foi aprovado, em decisão
terminativa, o parecer pela aprovação do PLS 523/03,
do senador Marcelo Crivella (PRB/RJ).
O projeto de lei foi relatado pelo senador Jayme Campos (DEM/MT).
O projeto do senador Crivella altera
o parágrafo único
do artigo 106 da Lei 8.213, de 24 de julho de 1991, que dispõe
sobre os Planos de Benefícios da Previdência Social e
dá outras providências, para acrescentar que a prova testemunhal
seja considerada para efeito de comprovação do exercício
da atividade rural.
PGR
Na Comissão de Constituição, Justiça e
Cidadania (CCJ) do Senado foi aprovada, por unanimidade, a indicação
do Roberto Monteiro Gurgel Santos para o cargo de procurador-geral
da República.
O relator da mensagem presidencial foi o senador Tasso Jereissati
(PSDB/CE).
Gurgel irá substituir Antonio Fernando de Souza, que deixou
o cargo em junho, após quatro anos à frente do Ministério
Público da União (MPU).
Agora, a mensagem presidencial
vai a plenário, para decisão
final.
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CONSULTOR JURÍDICO, 10
de julho de 2009
Quadro de pessoal
Sancionadas
leis que criam 600 cargos em dois TRTs
O presidente Lula aprovou dois
projetos de lei que criam cargos nos Tribunais Regionais do Trabalho
na 9ª e 18ª Regiões. No TRT da 9ª Região
foram criados 320 cargos. As vagas serão ocupadas levando em consideração
a lista de aprovados no concurso de 2007, cujo prazo de vencimento foi
prorrogado para janeiro de 2010. Segundo do tribunal, a necessidade de
concurso para preenchimento de vagas remanescentes será identificada
após a convocação dos candidatos habilitados no
concurso de 2007.
Já no TRT da 18ª, são 281 novos cargos. Dentre
as vagas, 161 são destinadas ao cargo da analista judiciário
e 109 para técnico judiciário. Segundo o informativo
do tribunal, há previsão orçamentária para
nomeação de 90 candidatos aprovados no concurso promovido
no ano passado, já com a ampliação do quadro.
As demais vagas devem ser preenchidas em 2010.
Leia
a íntegra das leis
LEI Nº 11.979, DE 8 DE JULHO DE 2009.
Dispõe sobre a criação de cargos de provimento
efetivo e em comissão e funções comissionadas
no Quadro de Pessoal da Secretaria do Tribunal Regional do Trabalho
da 9a Região e dá outras providências.
O VICE–PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no exercício do
cargo de PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso
Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
Art. 1o Ficam criados no Quadro de Pessoal
da Secretaria do Tribunal Regional do Trabalho da 9a Região
os cargos de provimento efetivo constantes do Anexo I desta Lei.
Art. 2o Ficam criados no Quadro de Pessoal
da Secretaria do Tribunal Regional do Trabalho da 9a Região os cargos em comissão
e as funções comissionadas constantes do Anexo II desta
Lei.
Art. 3o As despesas decorrentes da execução desta Lei
correrão à conta das dotações orçamentárias
consignadas ao Tribunal Regional do Trabalho da 9a Região no
Orçamento Geral da União.
Art. 4o Esta Lei entra em vigor na data
de sua publicação.
Brasília, 8 de julho de 2009; 188o da Independência e
121o da República.
JOSÉ ALENCAR GOMES DA SILVA
Tarso Genro
Paulo Bernardo Silva
LEI Nº 11.978, DE 8 DE JULHO DE
2009.
Cria cargos de provimento efetivo e em
comissão no Quadro de
Pessoal da Secretaria do Tribunal Regional do Trabalho da 18a Região
e dá outras providências.
O VICE–PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no exercício do
cargo de PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso
Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
Art. 1o Ficam criados, no Quadro de Pessoal
da Secretaria do Tribunal Regional do Trabalho da 18a Região, os cargos de provimento
efetivo e em comissão identificados, respectivamente, nos Anexos
I e II desta Lei.
Parágrafo único. Os cargos a que se refere este artigo
serão preenchidos na forma da legislação em vigor.
Art. 2o As despesas decorrentes da aplicação desta Lei
correrão à conta das dotações orçamentárias
próprias do Tribunal Regional do Trabalho da 18a Região.
Art. 3o Esta Lei entra em vigor na data
de sua publicação.
Brasília, 8 de julho de 2009; 188o da Independência e
121o da República.
JOSÉ ALENCAR GOMES
DA SILVA
Tarso Genro
Paulo Bernardo Silva
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CONSULTOR
JURÍDICO,
10 de julho de 2009
Grau de restrição
Laudo
médico é insuficiente para atestar incapacidade
A incapacidade
para o trabalho não depende só do laudo médico.
A idade do trabalhador e o seu grau de instrução também
devem ser levados em conta pela Justiça. O entendimento é da
Turma Regional de Uniformização dos Juizados Especiais
Federais da 4ª Região, que unificou as contraditórias
posições da 1ª Turma Recursal do Paraná e da
2ª Turma Recursal de Santa Catarina.
Um trabalhador rural de Santa Catarina,
com câncer de pele,
entrou com ação no Juizado Especial Federal. Pediu a
concessão de benefício previdenciário por incapacidade.
Como seu pedido foi negado em sentença e também em grau
de recurso, na 2ª Turma Recursal catarinense, o autor da ação
recorreu à Turma Regional de Uniformização. Alegou
divergência de entendimento com a 1ª Turma Recursal do Paraná.
Para a juíza federal Bianca Arenhart Munhoz da Cunha (relatora),
a incapacidade para o trabalho não pode ser identificada apenas
a partir da perspectiva médica, “pois há casos
em que o segurado, embora do ponto de vista médico seja portador
de incapacidade parcial, se encontra incapaz para o desempenho de qualquer
atividade se consideradas suas condições pessoais, como
idade avançada e baixa qualificação profissional,
ou ainda se considerado o grau de restrição para o trabalho”.
Bianca lembrou que o autor da ação é trabalhador
rural e tem câncer de pele, o que o impede de ficar exposto ao
sol no período entre 10h e 15h e, nos demais horários,
com uso de proteção (roupas longas, protetor solar e
chapéu).
Por unanimidade, a TRU determinou que
o processo retorne à 2ª Turma
Recursal de Santa Catarina, para análise da situação
concreta e adequação do julgamento, observando-se o entendimento
uniformizado pela Turma. Com informações da Assessoria
de Imprensa do Tribunal Regional Federal da 4ª Região
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FETRACONSPAR, 10 de julho
de 2009 | Eventos
Conselho das Cidades
FETRACONSPAR participa da Reunião
do CONCIDADES em Curitiba
O Secretário de Finanças
- Denilson
Pestana da Costa e
o Secretário de Formação Sindical – Sirlei
César de Oliveira, da FETRACONSPAR, participaram nesta
quinta e sexta-feira (09 e 10/07) da Reunião Ordinária
do Conselho de Cidades (ConCidades) em Curitiba (PR).
Na reunião o ConCidades discute a Política Estadual de
Desenvolvimento Urbano e foi definida Comissão para elaborar o
regimento da 4ª Conferência Nacional das Cidades, a ser realizada
de 24 a 28 de maio de 2010.
Os conselheiros das cidades
presentes da 6ª Reunião do Concidades (Conselho Estadual
das Cidades do Paraná), realizada em Curitiba, nos dias 9 e 10
de julho, aprovara MOÇÃO DE REPÚDIO a Companhia de Habitação do Paraná – COHAPAR,
pelas razões
expostas a seguir.
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