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O ESTADO DO PARANÁ,
25 de agosto de 2009 | Economia
Redução da jornada de trabalho
é polêmica
Helio Miguel
A polêmica proposta de redução da jornada máxima
de trabalho, de 44 para 40 horas semanais, que estará em discussão
hoje em comissão geral da Câmara dos Deputados, em Brasília,
está mobilizando o setor empresarial paranaense.
Dirigentes e empresários
ligados à Federação das Indústrias do Estado
do Paraná (Fiep), que são contra a forma como a Proposta
de Emenda Constitucional (PEC) 231/95 está sendo colocada, formaram
uma comissão para ir à capital e engrossar os debates
sobre o tema.
Além da Fiep, a Federação
do Comércio do Paraná (Fecomércio-PR) também
se manifestou, ontem, contra a emenda. O presidente do Sistema Fecomércio
Sesc Senac Paraná, Darci Piana, declarou que a redução
da jornada de trabalho para 40 horas, "ao contrário do que
pretendem os trabalhadores, pode fechar mais postos de trabalho do que
abrir".
A opinião da Fecomércio-PR
segue o entendimento da Confederação Nacional do Comércio
de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Para a entidade, a emenda
constitucional, que também aumenta o valor da hora extra de 50%
para 75%, "poderá induzir o empresário a reduzir
o quadro de trabalhadores de sua empresa". A CNC ainda acredita
que a proposta desestimula novos investimentos de outros empreendedores,
inibindo a contratação de mais empregados.
A preocupação
de setores como o comércio e a indústria do Paraná
com a PEC 231/95 tem razão nos índices de empregados que
cumprem jornada de 44 horas semanais.
De acordo com dados da Relação
Anual de Informações Sociais (Rais) de 2008, informados
pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos
(Dieese), os setores têm, respectivamente, 95,54% e 90,26% dos
empregados nesse regime, ficando atrás apenas da construção
civil (98,31%) e da agropecuária (96,54%).
Normal
Para as entidades sindicais
que representam os trabalhadores, porém, os argumentos são
inversos. O Dieese usa os mesmos dados para mostrar que a jornada menor
é cada vez mais normal no País.
"Mais de 30% dos trabalhadores
já cumprem menos de 40 horas no Brasil. No Paraná, são
quase 27%", aponta o economista da entidade, Sandro Silva. Para
ele, o setor de serviços que inclui a administração
pública , em que mais da metade dos empregados já trabalha
até 40 horas semanais, é um exemplo a ser seguido.
Segundo o economista, os números
vêm mostrando que a redução das jornadas de trabalho
normalmente vem acompanhada de um aumento na produtividade. "De
1988 a 2008, a produtividade do trabalhador brasileiro aumentou em 84%",
informa.
A Constituição
Federal reduziu, em 1988, a jornada de trabalho de 48 para 44 horas
semanais. Sandro Silva ainda argumenta que o aumento do custo da redução
da jornada para as empresas, de cerca de 2%, seria rapidamente compensado
com o ganho na produção.
O presidente da Federação
dos Empregados no Comércio do Estado do Paraná (Fecep),
Vicente da Silva, também acredita que a redução
é necessária e natural. "Está na hora dos
trabalhadores fazerem jus aos avanços tecnológico e no
sistema trabalhista", diz.
Para ele, a última
redução na jornada, em 1988, não gerou demissões,
e uma nova redução, pelo contrário, até
geraria mais empregos, citando um cálculo do Dieese que aponta
a possibilidade de criação de mais de 2,5 milhões
de vagas.

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Agência Diap, 25 de
agosto de 2009
Mobilização empresarial
contra PEC 231, que reduz jornada de trabalho
Sob a liderança da CNI
(Confederação Nacional da Indústria), o setor industrial
se mobiliza contra a redução da jornada de trabalho, que
estará em debate em comissão geral no plenário
da Câmara, nesta terça-feira (25).
A CNI lançou manifesto
"Jornada
menor não cria emprego", em que se contrapõe
à aprovação da proposta na Câmara. A entidade
patronal resolveu investir contundentemente contra a PEC.
Para isso, além do manifesto
lançou cartilha
e outras publicações, cujo objetivo é dissuadir
qualquer possibilidade de reduzir a jornada de trabalho no País
por meio de mudança na Constituição.
Comissão geral é
uma sessão plenária da Câmara para debater assunto
relevante ou projeto de iniciativa popular ou para ouvir ministro de
Estado.
Na comissão geral, a
palavra é aberta a convidados, diferente do que ocorre nas sessões,
nas quais apenas deputados podem usar a palavra.
A PEC 231/95, dos então
deputados Inácio Arruda (PCdoB/CE) e Paulo Paim (PT/RS), que
reduz a jornada de trabalho das atuais 44 horas para 40 horas semanais,
redução de salário.
A proposta prevê
ainda que a hora extra normal passa de 50 para 75%. O texto já
foi aprovado em forma de substitutivo na comissão especial, em
30 de junho. Agora, precisa ser votada e dois turnos no plenário
da Câmara. (Marcos Verlaine)
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InfoMoney, 25 de agosto de
2009
Redução da jornada
de trabalho não gera emprego, diz Pastore
Há 14 anos discute-se
no País a redução da jornada de trabalho. Recentemente,
o assunto voltou à tona com a PEC 231/95, que reduz a jornada
de trabalho de 44 horas para 40 horas semanais, sem a diminuição
dos salários, e com o aumento adicional da hora extra de 50%
para 75% do valor da hora normal trabalhada.
Porém, segundo o professor
de Relações do Trabalho da USP (Universidade de São
Paulo), José Pastore, a medida não contribuirá
para a criação de empregos.
"Se fosse possível
gerar empregos por meio da redução da jornada de trabalho
não haveria desemprego no mundo, porque todos os países
já teriam feito isso", ressalta.
Para o professor, a aprovação
da PEC, em tramitação no Congresso Nacional, elevará
os custos com o trabalho e, consequentemente, para todas as empresas
que atuam no País.
Diante desse cenário,
Pastore afirma que os empresários que não conseguirem
repassar essa alta dos custos nos preços dos produtos poderão
cortar a produção.
Além disso, para não
ter aumento de custos, as empresas podem optar pela mecanização.
"Se o trabalho fica muito
oneroso a empresa pode substituir a mão-de-obra por máquinas.
Nenhuma dessas estratégias estimulam as contratações
de trabalhadores".
Hora
extra
Com relação às mudanças na hora extra, o
professor alerta que esse aumento de valor pode acarretar na queda de
competitividade da empresa.
"Com o aumento do adicional
da hora extra, o trabalho excepcional terá de ser enfrentado
com custo muito elevado. Isso reduzirá a competitividade e comprometerá
a estabilidade financeira de muitas empresas e muitos setores, o que
terminará reduzindo o emprego", destaca Pastore.
Negociação
é a melhor saída
Na opinião do presidente da CNI (Confederação Nacional
da Indústria), Armando Monteiro Neto, essas mudanças na
jornada de trabalho são inoportunas e inadequadas, já
que a melhor saída seria a livre negociação entre
o empresário e a categoria dos trabalhadores.
"Em primeiro lugar por
conta da crise. Segundo porque a redução da jornada de
trabalho deve ser feita por negociação setor por setor.
Terceiro, e mais inoportuno ainda, porque estamos em ano pré-eleitoral".
Monteiro Neto ressalta, ainda,
que a redução da jornada de trabalho deve analisar as
características de cada setor.
"O que está errado
é reduzir a jornada pela via da imposição legal.
Isso vai equiparar uma pequena empresa de confecção a
uma empresa intensiva em capital. Como uma pequena empresa poderá
se colocar no mercado?".
O professor Pastore também
concorda com o presidente da CNI.
"Quando as negociações
são feitas caso a caso, de setor por setor, é possível
reduzir ou aumentar a jornada sem depender de mudanças na lei".
O professor explica que praticamente
no mundo inteiro há dois tipos de jornada de trabalho: a definida
por lei e a negociada.
Geralmente, os países
que adotam a jornada de trabalho conforme a legislação
são os que trabalham mais por semana.
Em alguns países da União
Europeia, por exemplo, onde a jornada definida por lei, a jornada chega
a 48 horas semanais.
"Na Europa, há jornadas
negociadas de 40 horas e até de 39 horas semanais", finaliza
Pastore. (Fonte: InfoMoney)
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Gazeta do Povo, 25 de agosto de 2009
Trabalho
Fiep vai a Brasília contra jornada
mais curta
Empresários paranaenses vão hoje a Brasília participar
da discussão sobre a Proposta de Emenda à Constituição
(PEC) que prevê a redução da jornada de trabalho
das atuais 44 para 40 horas semanais. A comitiva, ligada à
Federação das Indústrias do Estado do Paraná
(Fiep), é contrária à legislação,
que também pretende elevar de 50% para 75% o adicional a ser
pago pela hora extra. A Fiep defende a livre negociação
entre as partes, argumentando que a proposta pode prejudicar a produtividade
e a competitividade da indústria brasileira. Entidades sindicais
apoiam a medida, alegando que ela criaria até 2,5 milhões
de novos empregos. Especialistas contra e a favor da proposta discutirão
o tema na Câmara dos Deputados. A ideia é preparar os
parlamentares para a votação. A matéria precisa
ser votada em dois turnos no plenário.
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UOL, 25 de agosto de 2009
Por Copa-14, construção
civil deve gerar pelo menos 3,5 milhões de empregos
Do UOL Esporte
Em São PauloO setor de construção civil mostrou-se
otimista com a preparação do Brasil para receber a Copa
do Mundo em 2014. De acordo com especialistas, devem ser criadas cerca
de 3,5 milhões de vagas de emprego nesta área, graças
ao impulso trazido pelas diversas obras estruturais espalhadas pelo
país.
"A Copa do Mundo de 2014
vai aumentar os investimentos em infraestrutura pelo menos até
o ano de sua realização, aquecendo a construção
civil em seus diversos segmentos", comentou Carlos Maurício
Lima de Paula Barros, diretor-presidente da Associação
Brasileira de Engenharia Industrial (Abemi).
Segundo especialistas no setor,
a construção civil deve aumentar sua participação
no PIB nacional a partir de 2010. Até 2008, a área representava
em torno de 5,1% das riquezas brasileiras.
Há expectativas de investimentos
que variam entre R$ 60 bilhões e R$ 100 bilhões. De acordo
com cálculos de especialistas, a cada R$ 1 milhão empregado
na construção civil, criam-se 58 empregos (33 diretos
e 25 indiretos) - daí a conclusão de se gerar pelo menos
3,5 milhões de empregos. Para Barros, estas vagas devem se concentrar
em empresas de projeto, consultoria, edificações e construção
industrial.
As melhorias devem atingir não
somente as 12 cidades escolhidas pela Fifa para receber o Mundial. "melhorias
deverão acontecer também em cerca de 200 municípios
vizinhos, que receberão seleções e, principalmente,
turista", concluiu o presidente da Abemi.
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ÚLTIMO SEGUNDO, 25
de agosto de 2009 | Economia
Lucro da construção civil
cresce 3% no trimestre com ajuda do Minha Casa, Minha Vida
Agência Brasil
SÃO PAULO - A construção
civil teve lucro líquido de R$ 577 milhões no segundo
trimestre de 2009, resultado 3% maior do que o registrado no mesmo período
do ano passado, de acordo com dados da consultoria Economatica. Parte
desse desempenho se deve às vendas impulsionadas pelo Programa
Minha Casa Minha Vida, do governo federal, segundo avaliação
de representantes do setor.
De acordo com Sérgio
Paulo dos Anjos, diretor comercial de uma construtora, depois do lançamento
do programa Minha Casa Minha Vida, a empresa dobrou o número
de vendas contratadas. No primeiro trimestre de 2009, as vendas da empreiteira
somaram R$ 431 milhões e, no segundo trimestre, esse número
quase dobrou, chegando a R$ 851 milhões. “Isso é
resultado muito forte do programa. Nossa construtora foi a que teve
o melhor desempenho, porque estava focada nesse segmento de moradia
popular, pronta para atender o mercado. As demais estão se adequando,
comprando terrenos, montando projetos.”
Paulo ressaltou que o programa
Minha Casa Minha Vida trouxe para o mercado uma opção
de compra que o cliente nunca teve. “O cliente tem até
R$ 23 mil de subsídio, ou seja, se o apartamento vale R$ 100
mil, ele vai pagar R$ 77 mil. Esse benefício junto à Caixa
Econômica Federal é real e ele [consumidor] sente isso
no bolso”. O diretor comercial destacou ainda a existência
do seguro-desemprego, por intermédio do qual o comprador tem
a garantia de poder ficar até três anos desempregado sem
perder o imóvel. “Três anos é mais do que
suficiente para ele se recolocar, conseguir uma condição
melhor e não ter prejuízo no pagamento do imóvel.”
A redução das
prestações por causa dos juros mais baixos também
estimula à compra de imóvel. “O cliente faz uma
conta e vai ver que o valor que pagará de prestação
para ter a casa própria chega, em muitos casos, a ser menor do
que o aluguel que paga hoje. A condição é muito
favorável”. Paulo disse que todas essas condições,
aliadas à demanda existente no País, estão fazendo
com que o mercado tenha uma mudança significativa.
De acordo com a Caixa, desde
o lançamento do programa, no final de março último,
o banco já recebeu 1.312 propostas, correspondendo a 255 mil
moradias. Dessas, 494 já têm a análise concluída,
o que representa 90 mil moradias. Segundo a Caixa, foram contratados
204 empreendimentos, que beneficiarão 32.207 famílias,
no valor de R$ 2,04 bilhões.
A meta do programa é
construir 1 milhão de casas, com valores de R$ 80 a R$ 130 mil.
Serão destinadas 400 mil unidades para pessoas que ganham de
zero a três salários mínimos e 400 mil para aqueles
que estão na faixa de três a seis mínimos. Outros
200 mil imóveis se destinam a quem tem renda entre seis a dez
salários mínimos.
O gerente regional de Habitação
da Caixa Econômica Federal, Nédio Henrique Rosselli Filho,
afirmou que o Minha Casa, Minha Vida aqueceu muito o mercado, apesar
de o programa ainda estar na fase inicial, na qual as construtoras estão
apresentando projetos para análise e aprovação
da Caixa. “O momento de vender para as pessoas ainda vai demorar
cerca de seis a oito meses. Esperamos que essas vendas sejam mais aceleradas
a partir de novembro”.
Segundo Nédio Rosselli,
as empresas que já tinham projetos que podiam ser enquadrados
no perfil do programa estão saindo na frente em relação
às vendas. Isso fez com que a Caixa tivesse um número
de contratações, até o dia 12 deste mês,
superior ao registrado durante todo o ano passado. “Em 2008, fechamos
com R$ 23 bilhões em contratação de financiamento
habitacionais. De janeiro a agosto, chegamos a R$ 23,2 bilhões.
Já financiamos 455 mil imóveis, sem contar aqueles do
programa”.
A média de contratação
diária está em torno de 3 mil contratos, englobando todas
as linhas, informou o gerente regional de habitação da
Caixa. “A tendência é a de que o Minha Casa Minha
Vida aqueça ainda mais o mercado.”
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O ESTADO DO PARANÁ,
25 de agosto de 2009 | Economia
Interior do Estado cada vez mais desenvolvido
Helio Miguel
Londrina passou a ser a cidade mais desenvolvida do Paraná e
a 51ª. do Brasil, de acordo com o Índice Firjan de Desenvolvimento
Municipal (IFDM), criado pela Federação das Indústrias
do Rio de Janeiro (Firjan) e divulgado durante o fim de semana.
Os dados, referentes a 2006,
levam em conta fatores como emprego e renda, educação
e saúde. Mais três cidades do Estado ficaram entre as 100
primeiras do ranking: Maringá que havia sido a primeira em 2005
, Pinhais e Curitiba. O Paraná ficou com a segunda melhor média
do País, com alta de 0,5% em relação a 2005.
O IFDM de Londrina foi de 0,8634,
enquanto o de Maringá foi um pouco menor: 0,8621. Já Pinhais
ficou com 0,8582. Curitiba, que no levantamento anterior havia sido
a capital com o maior índice no País, ficou com um IFDM
de 0,8546 e perdeu a posição para Vitória e São
Paulo.
Mesmo assim, junto com essas
duas cidades e Belo Horizonte, figura entre as únicas capitais
entre as 100 cidades mais desenvolvidas do País lista na qual
79 municípios têm menos de 300 mil habitantes.
Além dos quatro municípios
paranaenses entre os 100 primeiros, outros nove também foram
destaque por estarem na faixa de alto desenvolvimento, com índices
superiores a 0,8000: Apucarana, Arapongas, Araucária, Francisco
Beltrão, Douradina, São José dos Pinhais, Cascavel,
Ponta Grossa e Toledo. No Paraná, 53 cidades ficaram com médias
iguais ou superiores à nacional, que atingiu 0,7376 pontos, melhorando
3,47% em relação à pesquisa anterior.
A média estadual, de
0,8074 pontos, deixa o Paraná na lista dos três únicos
estados com alto desenvolvimento, entre São Paulo (0,8637) e
o Rio de Janeiro (0,8035).
A educação, no
entanto, teve queda de 1,7% no Estado, ficando com 0,7216 pontos. Por
outro lado, emprego e renda teve alta de 1,6%, passando para 0,8344
pontos, e saúde, de 1,2% (0,8662 pontos). Nas três categorias,
o Paraná ficou acima da média nacional.
Melhora
O relatório da Firjan
demonstra, ainda, que cerca de metade das cidades paranaenses melhorou
de situação entre 2005 e 2006. Os destaques foram Cerro
Azul, que aumentou seu IFDM em 15,7%, Mato Rico (14,5%), Adrianópolis
(14,5%) e Guaraqueçaba (14,3%).
Entre as cidades mais desenvolvidas,
o destaque foi para Douradina, que passou do 32º lugar em 2005
para 9º em 2006. Já Toledo estava em 5º lugar, mas
caiu para 13º na última pesquisa.
Apesar de figurar entre
os municípios que mais melhoraram de situação em
2006, Guaraqueçaba, com 0,5496 pontos, ainda figura entre as
cinco menos desenvolvidas do Estado, ao lado de Goioxim, Doutor Ulysses,
Rosário do Ivaí e Laranjal esta com índice de 0,4936.
Rosário do Ivaí (-10,1%), Tunas do Paraná (-10,8%),
Palotina (-12,6%) e Carambeí (-12,8%) foram as que mais pioraram
seus índices.
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O ESTADO DO PARANÁ,
25 de agosto de 2009 | Economia
Brasil terá ciclo de expansão
a partir de 2010
Agência Estado
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou hoje que aposta num novo
ciclo de desenvolvimento econômico para o Brasil a partir de 2010.
Em palestra durante o Seminário Cenários e Perspectivas
para o Brasil, promovido pelo jornal O Globo, Mantega destacou que o
Brasil "foi um dos primeiros a sair da crise. O ajuste anticíclico
promovido pelo governo foi mais rápido que em outros países
e mais eficaz. Além disso, a qualidade do ciclo de 2003-2008
facilita a percepção de que estamos hoje no limiar de
um novo ciclo da expansão, que, a meu ver, começa logo
em 2010", disse.
Comparando o atual cenário
"pós-crise" com o quadro vivido pelo País após
o chamado "milagre econômico", Mantega salientou que
desta vez "não houve acúmulos de gargalos e desequilíbrios
a serem expurgados no futuro". "Não estou fazendo uma
crítica ao 'milagre'. Só estou querendo dizer que temos
vários sinais mais positivos, que possibilitam uma resposta mais
rápida do que naquela época", disse o ministro, citando
o resultado da balança comercial no ciclo de 2003 a 2008, que
foi positivo durante todo o período. "Já na época
do 'milagre' isso não ocorreu." Munido de gráficos
sobre os últimos 40 anos da economia brasileira, o ministro também
ressaltou que "houve um salto qualitativo e não apenas uma
continuidade do crescimento, a partir do novo governo, em 2003".
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O ESTADO DO PARANÁ,
25 de agosto de 2009 | Política
Programa Minha Casa, Minha Vida "agora
vai engrenar", afirma Lula
Agência Brasil
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou hoje (24) que
o programa Minha Casa, Minha Vida "agora vai engrenar". Segundo
ele, muitos contratos já foram assinados e as empresas responsáveis
pela construção e entrega dos conjuntos habitacionais
estão preparadas. "Acho que agora começa a acontecer
aquilo que a gente previa", disse.
Em seu programa semanal Café
com o Presidente, Lula ressaltou que quer uma "melhora substancial"
na vida dos brasileiros. "Para que a gente possa, em um curto espaço
de tempo, para de falar o nome favela e começar a falar bairro",
acrescentou.
Ele comentou sua visita
ao Acre, onde assinou documento para o início das primeiras 208
casas populares no estado, e ao Rio de Janeiro, onde entregou moradias
e obras de saneamento. Para o presidente, a parceria com o governador
Sérgio Cabral demonstra que "é possível resolver
o descaso a que as pessoas foram submetidas ao longo de décadas".
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Adital, 25 de agosto de 2009
Entidades criam grupo de combate à
mão de obra escrava no Brasil
No último dia 11 de agosto
foi criado o Grupo de Trabalho de Combate ao Trabalho Escravo, composto
por Comissão Pastoral da Terra (CPT), Conselho Indigenista Missionário
(Cimi), Cáritas Brasileira, Pastoral Afrobrasileira, Comissão
Brasileira de Justiça e Paz da Conferência Nacional dos
Bispos do Brasil (CNBB) e Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).
O Grupo é coordenado
por Patrícia Aldin, especialista em combate ao trabalho escravo.
Os trabalhos serão realizados na região amazônica.
O objetivo do grupo é
estudar e desenvolver ações contra este tipo de exploração,
potencializando e fortalecendo as atividades já existentes na
área. Segundo Padre Ari Antônio dos Reis, da Pastoral Afrobrasileira,
e Secretário do Grupo de Trabalho, a ideia é juntar esforços
no sentido de dar mais ênfase e melhorar a atuação
no combate a este mal.
No levantamento das ações
a serem tomadas pelo Grupo de Trabalho, os membros concluíram
que o combate ao trabalho escravo ou exploração de mão-de-obra
semelhante, perdeu força no país.
Eles reconhecem que a situação
de vulnerabilidade social facilita o aliciamento de pessoas, sendo preciso
reforçar as táticas de prevenção.
Além disso, o grupo busca
medidas de reinserir os "escravos" libertados ao mercado de
trabalho, para garantir sua sobrevivência e impedi-los de retornarem
às atividades de exploração.
No âmbito legal, a impunidade
e o silêncio em torno deste tipo de crime fazem com que a prática
continue, principalmente na floresta amazônica. De acordo com
Padre Ari, é de suma importância que se defina a competência
dos julgamentos dos criminosos: se na Justiça Federal ou Estadual.
"O interessante é
que os casos sejam julgados na esfera federal, já que isso garante
mais agilidade no processo", defende o secretário do grupo.
Padre Ari explica ainda que,
no meio urbano brasileiro, existem muitas pessoas que não sabem
o que é trabalho escravo e qual a dimensão do problema
no país. Por isso, uma das propostas é divulgar os dados
coletados pela Comissão Pastoral da Terra (CPT) sobre denúncias
e registros de trabalhadores em condições de escravidão
e, assim, conscientizar a sociedade, abrindo seus olhos para este fato.
No próximo dia 25, uma
reunião entre os membros do grupo, dará o pontapé
inicial das atividades. "Vamos traças as metas, continuar
o trabalho e planejar as ações, a partir do que já
foi definido como prioridade", informa padre Ari.
Ari ressaltou também
a importância da conjunção de forças para
tratar de um assunto tão complexo como este. "Como o grupo
é diverso, cada membro terá uma atividade mais específica,
de acordo com sua área. A ideia é realmente pôr
em prática as ações, por isso, nos consideramos
um ‘grupo de ação'", esclareceu.
Ele falou ainda da grandeza
da tarefa e do compromisso da Igreja de trabalhar em favor dos direitos
humanos.
Dados
da CPT
Embora não seja muito divulgado ao grande público, o número
de trabalhadores em situação de escravidão ou análoga,
que se encontra no Brasil, gira em torno de dez mil pessoas. Os dados
são da Comissão Pastoral da Terra (CPT), organismo da
Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).
O problema afeta todo o país,
mas é na Região Amazônica que se concentra a maioria
dos casos.
Os estados do Pará, Maranhão,
Tocantins e Mato Grosso são os campeões de casos, registrando
uma média de sete mil trabalhadores envolvidos nas atividades
degradantes de exploração e em situação
de escravidão, conforme média dos últimos dados
divulgados em relatório do último mês de junho.
Com as fiscalizações uma parte desses escravos é
libertada.
O ano de 2007 teve o maior número
de trabalhadores libertos: um total de quase seis mil.
PEC
438
Uma das questões vista como urgente pelas entidades que trabalham
no combate ao trabalho escravo é a aprovação da
Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 438, também conhecida
como PEC do Trabalho Escravo.
A proposta pretende expropriar
propriedades - sem direito à indenização - nos
casos em que for encontrada exploração de mão-de-obra
análoga à escravidão.
A PEC 438/2001 define ainda
que as propriedades confiscadas serão destinadas ao assentamento
de famílias, como parte do programa de reforma agrária.
A "PEC do Trabalho Escravo"
é considerada pelos órgãos governamentais e entidades
da sociedade civil que atuam nas áreas trabalhista e de direitos
humanos como um dos projetos mais importantes de combate à escravidão,
não apenas pelo forte instrumento de repressão que pode
criar, mas também pelo seu simbolismo, pois revigora a importância
da função social da terra, já prevista na Constituição.
No Senado Federal, a PEC tramitou
durante dois anos e foi aprovada em 2001. Na Câmara, permanece
parada desde 2004.
Em setembro de 2007, parlamentares,
representantes de instituições engajadas no combate ao
trabalho escravo e o ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, discutiram
a retomada da mobilização pela aprovação
da PEC 438/2001.
Em janeiro deste ano, entidades
da sociedade civil e parlamentares criaram o Movimento Nacional pela
Aprovação da PEC do Trabalho Escravo. (Fonte: Adital)
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Folha de S.Paulo, 25 de
agosto de 2009
Aposentadoria pode ter aumento pelo PIB
Governo sinaliza conceder reajuste real a benefícios
acima do mínimo igual à metade da variação
do PIB de dois anos antes | Acordo entre governo e aposentados pode
sair hoje, valendo para 2010 e 2011; se houver acerto, aumento real
será de 2,55% em 2010
Alan Marques/Folha Imagem

Os ministros Luiz Dulci (Secretaria Geral), ao centro, e José
Pimentel (Previdência), à dir., com congressistas e sindicalistas
JULIANNA SOFIA
DA SUCURSAL DE BRASÍLIA
O governo sinalizou ontem que
poderá atrelar o aumento real para as aposentadorias acima do
salário mínimo a uma parcela da variação
do PIB (Produto Interno Bruto) de dois anos antes.
Segundo relatos de sindicalistas envolvidos na negociação,
a tendência é que o ganho real seja equivalente a 50% do
crescimento do PIB, e a regra, que precisará ser aprovada pelo
Congresso Nacional, seja aplicada em 2010 e em 2011.
Um acordo entre governo, centrais sindicais e aposentados deverá
ser fechado hoje. Se a proposta se confirmar, além de corrigir
os benefícios pela variação da inflação,
o governo garantirá aumento real de 2,55% às aposentadorias
em 2010. Como haverá ainda a reposição da inflação,
o reajuste total ficaria próximo de 6%.
A regra de reajuste é similar à já aplicada hoje
ao salário mínimo. A diferença é que, no
caso do piso salarial, a variação do PIB de dois anos
antes é aplicada integralmente, ou seja, além da inflação,
o mínimo tem aumento de 100% do PIB.
Ontem, governo e sindicalistas não chegaram a um consenso, mesmo
depois de quase seis horas de negociação. Representantes
dos trabalhadores e dos aposentados trouxeram novas propostas, e o governo
pediu mais tempo.
Os sindicalistas informaram aos ministros que comandam as negociações
-José Pimentel (Previdência) e Luiz Dulci (Secretaria Geral
da Presidência)- que não aceitam a imposição
do governo para que sejam retirados quatro projetos de interesse dos
aposentados em discussão no Congresso.
Na semana passada, o governo avisou que só chegaria a um acordo
se, de antemão, os sindicalistas abrissem mão dos projetos.
Com a negativa das centrais sindicais, o governo voltou atrás
e aceitou manter uma das propostas no Legislativo: o projeto que vincula
o benefício previdenciário ao número de salários
mínimos na época da concessão.
Esse acerto, no entanto, depende de um compromisso dos líderes
dos partidos de não votar a medida no ano que vem, quando haverá
eleição presidencial.
Política
de valorização
Na reunião de ontem, trabalhadores e aposentados também
foram enfáticos ao defender um aumento real para os benefícios
acima do salário mínimo não apenas em 2010.
"Queremos uma política de valorização das
aposentadorias, assim como existe o projeto para o salário mínimo.
Tem de ser em 2010 e em 2011", declarou o deputado Paulo Pereira
da Silva (PDT-SP), presidente da Força Sindical.
"Poderá ser um percentual do PIB. É uma proposta
que foi colocada por nós e pelo governo. Pode ser 50%, 70%",
declarou o presidente da CUT (Central Única dos Trabalhadores),
Artur Henrique. A Folha apurou que o acordo deverá ser fechado
em torno de 50% do PIB de dois anos antes.
Fator
85/95
No acordo, também deverá ser incluído o chamado
Fator 85/95, que será uma alternativa para o atual fator previdenciário.
A nova fórmula permitirá que o trabalhador se aposente
quando a soma de sua idade com o tempo de contribuição
for igual a 85 anos, para mulheres, e 95 anos, para homens.
A regra do Fator 85/95 seria um alternativa ao fator previdenciário,
mecanismo criado no governo Fernando Henrique Cardoso para desestimular
as aposentadorias pelo tempo mínimo de contribuição
(30 anos para mulheres e 35 anos para os homens). Assim, quanto maior
a idade e o tempo de contribuição do trabalhador, maior
o valor do benefício.
As centrais também querem que o governo passe a considerar o
período em que o trabalhador recebe o seguro-desemprego como
contagem de tempo de contribuição para a concessão
da aposentadoria.
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O ESTADO DO PARANÁ,
25 de agosto de 2009 | Economia
Reunião entre governo e aposentados
continuará amanhã
Agência Estado
Foi marcada para amanhã às 18 horas a continuação
da reunião entre representantes do governo, entidades que representam
aposentados e as centrais sindicais. Hoje, durante cinco horas, as partes
envolvidas na discussão avançaram pouco em direção
a um acordo que resultará na concessão de um reajuste
real aos aposentados e pensionistas, que ganham mais de um salário
mínimo.
O presidente da Central Única
dos Trabalhadores (CUT), Artur Henrique, disse que as centrais e as
entidades de aposentados pediram hoje que o reajuste real seja dado
às aposentadorias e pensões em 2010 e 2011. "A inclusão
de 2011, feita hoje por nós, significaria uma boa sinalização
de que uma política permanente de recuperação desses
benefícios será implementada", afirmou o sindicalista.
De acordo com o deputado Pepe
Vargas (PT-RS), além desse pedido, as centrais sindicais também
reivindicaram hoje a criação de uma comissão permanente
para implementar essa política de recuperação dos
benefícios previdenciários com valor acima de um salário
mínimo. O deputado afirmou ainda que "hoje já estamos
mais próximos de um acordo do que estávamos na semana
passada". O parlamentar é o relator, na Câmara, do
projeto de lei que extingue o fator previdenciário. Este é
um dos projetos que o governo deseja engavetar na Câmara em troca
da concessão do reajuste real às aposentadorias.
Por fim, os sindicalistas
também pediram ao governo hoje que o tempo em que o trabalhador
estiver desempregado, recebendo seguro-desemprego, também seja
contado para a sua futura aposentadoria.
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Notícias do Tribunal Superior
do Trabalho
25/08/2009
Gerente-geral de agência bancária
não obtém direito a horas extras
A jornada de trabalho de gerente-geral
de agência bancária não está limitada a oito
horas diárias (ou quarenta semanais), portanto, não são
devidas horas extras pela prestação de serviços
além desse período. Foi a partir dessa interpretação
unânime que a Oitava Turma do Tribunal Superior do Trabalho deu
provimento a recurso de revista do Unibanco – União de
Bancos Brasileiros S.A. – para isentá-lo do pagamento de
horas extraordinárias a ex-empregado da empresa.
Pela análise do relator,
ministro Márcio Eurico Vitral Amaro, na medida em que o Tribunal
Regional do Trabalho da 1ª Região (RJ) registrou que o ex-empregado
exercera a função de gerente-geral de agência, não
importava o fato de não haver prova de que ele efetivamente atuava
com amplos poderes de mando e gestão. O relator esclareceu que
era suficiente a presunção do exercício de amplos
poderes, conforme prevê a Súmula nº 287 do TST. E,
nesses casos, não são devidas horas extras.
Ao ajuizar reclamação
trabalhista com pedido de horas extras, o bancário disse que
prestou serviços ao banco de abril de 1987 a fevereiro de 2002
e exerceu a gerência de abril de 2001 a fevereiro de 2002. No
entanto, de acordo com o trabalhador, ele não tinha autonomia
nas decisões que tomava no banco, nem mandato escrito lhe conferindo
poderes de gestão que justificassem o não-recebimento
de horas extras pelos serviços além da oitava diária.
Para o juiz da 11ª Vara
do Trabalho do Rio de Janeiro, o empregado não provou a jornada
alegada, por isso o pedido de horas extras foi negado. Já o TRT
carioca concluiu que o bancário, mesmo na condição
de gerente-geral, tinha direito às horas extras realizadas além
desse período. No entendimento do Regional, o salário
recebido pelo ex-empregado (em torno de R$ 3 mil) não o credenciava
como “autoridade máxima” na agência, nem havia
prova de que ele exercia encargos de gestão com total autonomia
ou era portador de mandato escrito para representar o banco.
No recurso de revista ao TST,
o Unibanco sustentou que o próprio empregado confessara exercer
o cargo máximo dentro da agência, logo, estava enquadrado
no artigo 62, inciso II, da CLT. Esse dispositivo estabelece que o limite
de jornada de oito horas diárias não é aplicável
a profissionais como gerentes, diretores e chefes de departamento ou
filial de empresa. Durante o julgamento na Oitava Turma, a advogada
do empregado insistiu no quadro fático descrito pelo TRT quanto
à capacidade limitada do bancário de tomar decisões
e no seu direito às horas extras.
Mas, para o relator do
processo, de fato, o banco não deveria ter sido condenado a pagar
horas extras ao gerente, porque eventuais limitações de
autoridade decorrentes do exercício da função de
confiança não o desqualificavam como empregado detentor
de amplos poderes de administração. Os ministros da Turma
deram a mesma interpretação ao caso e determinaram a exclusão
das horas extras da condenação imposta ao Unibanco pelo
TRT. Após publicada a decisão, o Unibanco interpôs
embargos declaratórios, que aguardam julgamento pela Oitava Turma
( RR 111/2004-011-01-40.0)
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FETRACONSPAR, 25 de agosto de 2009 | Eventos
Visita
FETRACONSPAR recebe o Secretário
de Finanças da NCST/Paraná
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| VICENTE
BRAZ CHRISPIM e GERALDO RAMTHUN |
O Secretário de Finanças
da Nova Central Sindical de Trabalhadores do Estado do Paraná
– NCST/Paraná e Presidente do SINDICON - Sindicato dos
Empregados em Edifícios em Condomínios Residenciais, Comerciais
e Mistos, Empregados em Empresas de Compra, Venda, Locação
e Administração de Imóveis, Empresas de Turismo,
Institutos de Beleza e Cabeleireiros de Senhoras, Instituições
Beneficentes, Religiosas e Filantrópicas, Lavanderias e Similares
de Curitiba e Região - VICENTE BRAZ CHRISPIM,
esteve na tarde de hoje (25/08), na sede da FETRACONSPAR - Federação
dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção
e do Mobiliário do Estado do Paraná, visitando o Presidente
da entidade e Secretário Regional da CNTI no Paraná –
GERALDO RAMTHUN.
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