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O Estado de S.Paulo, 8 de
março de 2010
Economia aquecida, salários maiores;
superiores à inflação em até 4%
Trabalhadores com data-base de reajuste em janeiro e fevereiro fizeram
acordos salariais melhores do que os do ano passado, com ganhos superiores
à inflação em até 4%. Esse é um dos
resultados do aquecimento da economia.
Em 2006, 86% dos acordos estabeleceram
reajustes superiores à inflação, porcentual que
chegou a 88%, em 2007, e declinou para 78%, em 2008, com a crise global.
Em 2009 a maior parte dos acordos apenas preservou os salários
reais.
Até agora, em 2010, foram
poucos os acordos e não envolveram as categorias maiores, como
metalúrgicos do ABC e bancários. Mas o ambiente de negociação
é favorável, disse ao jornal Valor o diretor do Dieese,
Clemente Ganz Lúcio.
"Trabalhamos com perspectiva
de crescimento econômico de 5% a 6% neste ano, e isso eleva a
disputa por mão de obra, pressionando os salários".
Os empregados da construção
civil na Bahia obtiveram reajuste de 8% - quase o dobro da inflação
de 4,11%. Com a demanda aquecida e o crédito farto, o setor imobiliário
liderou o emprego formal (+11,3%, em 12 meses).
O crescimento disseminou-se,
beneficiando mais regiões e setores, alcançando indústrias
têxteis, calçadistas, de móveis e de cerâmicas
e segmentos do comércio. Os comerciários do Ceará
tiveram aumento nominal de 7,75%. O piso foi de R$ 465 para R$ 560,
acima do mínimo de R$ 510.
Também foram favoráveis
os acordos no segmento de artefatos de couro de Franca (SP), na indústria
de cerâmica, construção civil e fibrocimentos da
região de Criciúma e da área têxtil de Joinville,
em Santa Catarina (SC).
Em alguns casos, a melhora salarial
beneficiou os recém-admitidos, que começam a trabalhar
com vencimentos iguais ao daqueles que já ultrapassaram o período
de experiência.
Em Jaraguá do Sul (SC),
18 mil metalúrgicos terão reajuste de 6%, com ganho real
de 1,89 ponto porcentual, acima do ganho real de 2009, de 1,67 ponto
porcentual.
Essa é uma região
onde se localizam grandes empresas, com atuação local
e internacional, o que mostra que mesmo exportadores conseguem aumentar
a produtividade e fazer concessões salariais.
A recuperação
beneficiou setores que enfrentaram grandes dificuldades, como o calçadista
e o moveleiro.
Em Sapiranga (RS), os calçadistas
obtiveram aumento real de 1,72%, acima do 0,98% do ano passado. E em
Bento Gonçalves os trabalhadores do setor moveleiro terão
reajuste de 5,75%, com ganho real de 1,33 ponto porcentual.
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O
Estado de S.Paulo, 8 de março de 2010
IBGE: economia tem atualmente ritmo de crescimento
de até 8% ao ano
Por Fernando Dantas,
Na Agência Estado
O desempenho do PIB em 2009 deve ter ficado
entre uma leve queda e crescimento zero, segundo projeções
do mercado.
A economia, porém, na visão de
muitos analistas, entrou em 2010 num pique bastante acelerado, e está
rodando neste primeiro trimestre num ritmo anualizado entre 6% e 8%.
Na quinta-feira (4), o Instituto Brasileiro
de Geografia e Estatística (IBGE) divulga o resultado do último
trimestre de 2009 e o primeiro número do crescimento anual do
PIB (que passará por várias revisões).
Embora a atenção provavelmente
se voltará para o sinal do PIB em 2009 - negativo ou positivo
-, o que o IBGE deve mostrar de mais importante é um ritmo forte
de atividade econômica no último trimestre do ano passado.
A maioria das instituições está
prevendo um crescimento superior a 2% em relação ao trimestre
anterior, em base dessazonalizada.
No primeiro trimestre de 2010, o embalo continua,
embora o crescimento ante o trimestre anterior deva recuar, porque se
parte de uma base mais forte.
De qualquer forma, a visão geral é
de uma economia aquecida, que levará o Banco Central (BC) a iniciar
ainda no primeiro semestre um ciclo de alta da taxa básica, a
Selic.
A dúvida que resta ao mercado é
até que ponto a recuperação fulgurante de boa parte
do ano passado sofreu uma arrefecida a partir de novembro.
Nesse caso, o BC poderia manter a Selic nos
atuais 8,75% na próxima reunião, nos dias 16 e 17 de março,
e deixar o primeiro aumento para abril, ou até depois.
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O ESTADO DO PARANÁ,
08 de março de 2010 | Economia
Diferença de salário é
grande entre homens e mulheres
Helio Miguel
Apesar de conquistarem uma fatia maior do mercado de trabalho curitibano
em 2009, as mulheres ainda têm um desafio a ser superado: o salário
inicial chega a apenas 80% do que os homens recebem. Números
do ano passado mostram que, das quase 18,9 mil novas vagas abertas na
capital paranaense no período, 10,1 mil, ou 53,5%, foram ocupadas
por mulheres. Ao mesmo tempo, porém, o salário inicial
delas foi, em média, de R$ 681,40, enquanto o dos homens ficou
em R$ 841,80.
O estudo detectou, ainda, que
a maior parte dos novos postos de trabalho ocupados por mulheres estava,
no ano passado, no setor de serviços. O segmento respondeu por
mais da metade das vagas preenchidas por elas: foram quase 5,5 mil postos,
ou 54,3% do total. Em segundo lugar veio o comércio, com 2.3
mil vagas (22,9%).
As informações fazem parte do Relatório Especial
sobre a Mulher no Mercado de Trabalho de Curitiba, elaborado pelo Observatório
do Trabalho de Curitiba e divulgado na última semana. O Observatório
é um centro de estudos fruto de uma parceria entre a Prefeitura
de Curitiba e o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos
Socioeconômicos (Dieese).
Remuneração
Se considerado apenas o município
de Curitiba, a pesquisa apontou que, em janeiro de 2009, as mulheres
eram 47,6% do total dos empregados. A remuneração média
também era inferior à masculina: R$ 1.724,10, contra R$
2.167,20 recebidos pelos homens. A proporção é
equivalente à percebida no salário inicial dos novos empregos,
com a remuneração feminina sendo equivalente a 80% da
masculina.
A defasagem acontece mesmo com
as mulheres empregadas tendo um maior grau de instrução
que os homens. Em Curitiba, 32,7% delas têm superior completo,
enquanto entre os homens a porcentagem cai para apenas 18,6%. Curiosamente,
é nesse nível de instrução que o salário
delas (R$ 3.118) tem a maior diferença em relação
ao deles (R$ 5.126,10). As mulheres, no caso, ganham apenas 61% do salário
dos homens.
Ainda assim, a pesquisa vem
detectando uma melhora na remuneração média e nas
contratações das mulheres: entre janeiro de 2008 e o mesmo
mês de 2009, houve um crescimento de 5,6% no número de
vagas ocupadas por mulheres, e os salários médios aumentaram
23,9%. Entre os homens, as vagas e os salários tiveram aumento,
mas ambos foram menores: 3,6% e 15,5%, respectivamente.
Profissões
A pesquisa do Observatório
do Trabalho também apontou as 10 principais ocupações
entre as mulheres. O maior número foi de escriturárias,
agentes, assistentes e auxiliares administrativas, com mais de 60,1
mil mulheres, que em 2008 recebiam em média quase R$ 1,8 mil
por mês (84% do salário masculino médio nessas profissões).
Nesse grupo, a única função em que as mulheres
ganham mais que os homens é a de professora de língua
e literatura do ensino superior: as cerca de 8,6 mil mulheres trabalhando
nessa profissão ganham 3% mais que os homens. Entre as técnicas
e auxiliares de enfermagem a remuneração é quase
equivalente, com as mulheres ganhando 97% do que recebem os homens.
Desocupação
A proporção
de mulheres ocupando as vagas abertas no ano passado acompanhou, de
certa forma, o índice de mulheres na população
de Curitiba e Região Metropolitana. De acordo com a Pesquisa
Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) de 2008, 52,2% dos
habitantes da região são mulheres. No entanto, se considerada
a população economicamente ativa, a porcentagem cai: nesse
caso, a participação das mulheres fica em 46,4%. Ao mesmo
tempo, do total de 101 mil desocupados na Grande Curitiba, 57 mil (ou
56,4%) são mulheres. Enquanto entre os homens a taxa de desocupação
é de 4,5%, a taxa feminina chega a 6,8%.
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FOLHA DE LONDRINA, 08 de
março de 2010 | Economia
No Paraná elas somam 42% da força
de trabalho
Curitiba - A participação da mulher no mercado de trabalho
já chega a 42,47% no Paraná e cresce a cada ano. Em 1990,
esse percentual atingia apenas 34,43%. Apesar da presença mais
intensa, a diferença salarial em relação aos homens
ainda é grande e chega a 16,40%, em média. Ao incluir
o mercado formal nesta análise, a diferença pode atingir
39%. As informações são do Departamento Intersindical
de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Em janeiro
de 2010, o salário médio delas no Estado era de R$ 1.174,42
e o deles de R$ 1.404,85.
Há algumas razões
para explicar essa distinção de salários. O economista
do Dieese, Sandro Silva, disse que as mulheres ocupam funções
em setores mais vulneráveis nos quais há grande informalidade.
Além disso, elas atuam em setores que têm uma média
salarial baixa como nas indústrias de vestuário, alimentação,
no segmento de serviços e de hotéis e restaurantes. E
também têm dificuldade para alcançar cargos superiores.
Outro fator que influencia o trabalho é conciliar a profissão
com a família e a maternidade.
Os dados revelam ainda que,
quanto maior o grau de instrução, maior é a diferença
salarial. As mulheres que têm o ensino superior incompleto ou
completo, por exemplo, ganham 38,80% a menos que os homens, já
as que possuem o ensino fundamental incompleto ou completo, recebem
28,04% a menos.
Ainda em relação
a questão salarial, as mulheres que ganham menos têm maior
participação no mercado de trabalho em relação
às que possuem rendimentos maiores. As que recebem até
cinco salários mínimos têm participação
de 43,23% enquanto as que ganham mais de 20 salários mínimos
possuem uma fatia de 28,17% do mercado.
As mais jovens também
têm uma participação maior no mercado. As mulheres
com até 29 anos representam 41,93% do mercado. Já as com
idade acima de 50 anos, atingem 38,22%. Silva explica que isso mostra
ainda resquícios da questão cultural quando as mulheres
não atuavam tanto no mercado.
Elas são 51,51% da população
do Paraná, ou seja, maioria. Representam 51,79% da População
em Idade Ativa (PIA) e 44,61% da População Economicamente
Ativa (PEA). No entanto, a taxa de desemprego ainda é maior entre
elas. Para os homens este índice é de 3,60% enquanto para
as mulheres de 5,80%.
Silva lembrou que a inserção
maior da mulher no mercado aconteceu na segunda metade da década
de 90 quando a economia não crescia, houve queda do poder aquisitivo
e aumento do desemprego. Com isso, elas buscaram o trabalho para ajudar
a compor a renda familiar ou até ser o rendimento principal da
casa.
Andréa Bertoldi
Equipe da Folha
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Folha de S.Paulo, 8 de março
de 2010
Semana trará indicadores de inflação
e PIB do país
Investidores ficam atentos aos papéis
da Petrobras
PAULA NUNES
COLABORAÇÃO PARA FOLHA
O mercado fechou a última
semana otimista e registrando altas nas principais Bolsas de Valores
do mundo. Esse bom humor deve prevalecer durante os próximos
dias, visto que eles não virão recheados de indicadores
impactantes.
No Brasil, a inflação continua em foco. Desta vez impulsionada
pela expectativa de crescimento robusto do país, percepção
que já levou economistas a apostarem em uma alta do PIB (Produto
Interno Bruto) neste ano maior que a projeção oficial,
de 4,5%. Grande parte dos analistas projeta que a expansão pode
atingir facilmente os 5%. A economia aquecida tende a pressionar os
níveis de capacidade instalada da indústria e, por consequência,
refletir em alta inflacionária.
Porém, o comportamento do consumidor dará pistas sobre
a desaceleração da inflação pelo gasto das
famílias, e as pressões sazonais devem se refletir cada
vez menos na elevação desses índices. "Estamos
notando um arrefecimento no sistema de preços, uma espécie
de trégua", diz Celso Grisi, presidente do Instituto de
Pesquisa Fractal.
Os investidores ficarão atentos hoje ao IPC semanal medido pela
FGV (Fundação Getulio Vargas). Ele sai juntamente com
o IGP-DI, indicador de preços que reflete mais os reajustes no
atacado, com tendência de alta, porque já começa
a refletir futuras pressões previamente anunciadas. Uma delas
é o reajuste do preço do minério de ferro, que
levará, por consequência, a altas nos preços do
aço e seus derivados, impactando toda a indústria. A primeira
prévia do IGP-M será divulgada na quarta-feira.
Dados do varejo sairão na quinta-feira e devem refletir os efeitos
sazonais nas compras. De qualquer maneira, analistas econômicos
afirmam que o comércio tende a crescer ao longo dos próximos
meses.
A atenção dos investidores ao movimento das ações
preferenciais da Petrobras na BM&FBovespa deve continuar. Os papéis
da estatal subiram 1,73% na última sexta-feira e, segundo os
analistas, tendem a permanecer em alta nos próximos dias, período
em que o projeto de lei que permite o uso do FGTS (Fundo de Garantia
do Tempo de Serviço) na capitalização da companhia
estiver tramitando no Senado.
A elevação da taxa de juros é o maior alvo de especulações
entre os economistas. Uns apostam que a subida da taxa Selic, hoje em
8,75%, deve começar agora em março, na próxima
reunião do Copom. Outros já defendem que, com a produção
industrial ainda com espaço para crescer, o Banco Central pode
postergar para o final do segundo trimestre o ciclo de alta do índice.
Os resultados do PIB do quarto trimestre saem na próxima quinta-feira
e a expectativa de especialistas é que aponte um crescimento
de 2,2% em relação ao trimestre anterior.
Internacional
A Grécia continua preocupando o mercado. Embora seu impacto no
curto prazo não tenha sido suficiente para derrubar as Bolsas,
persiste grande incômodo com o dilema europeu. "O recuo da
União Europeia em relação ao auxílio grego
põe em questão a solidez da moeda europeia", observa
o economista Celso Grisi.
Dos EUA virão poucos dados na semana, com destaque para os resultados
do Orçamento do Tesouro e as vendas no varejo, que devem apresentar
queda. Sairão ainda informações de pedidos de seguro-desemprego.
"É bem provável que o consumo se recupere nos próximos
períodos, embora o norte-americano ainda esteja com medo de gastar",
diz Grisi.
|
O
ESTADO DO PARANÁ, 08 de março de 2010 | Economia
CBIC: governo deve lançar 'Minha
Casa, Minha Vida 2'
O presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção
(CBIC), Paulo Safady Simão, disse esta tarde que o governo deverá
lançar no dia 29 de março, juntamente com a segunda edição
do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) a extensão
do programa Minha Casa, Minha Vida. No entanto, ele não adiantou
quantas casas deverão ser incluídas na extensão do
programa. O dirigente afirmou que este ano deverão ser contratadas
1 milhão de casas na primeira edição do programa
Minha Casa, Minha Vida, e que, também este ano, 300 mil unidades
serão entregues.
Na avaliação de Simão,
a destinação de parte do Fundo de Garantia por Tempo de
Serviço (FGTS) de trabalhadores que, no passado, compraram ações
da Petrobras, para que esses acompanhem a capitalização
da companhia, não deve comprometer programas de habitação
ou saneamento que dependem dos recursos do fundo. "A decisão
foi inteligente ao não abrir o uso do FGTS para outros usuários.
Como está, não compromete", disse o dirigente. Pelo
acordo fechado na Câmara dos Deputados, somente poderá
usar o FGTS quem já usou o fundo anteriormente para a compra
de ações da empresa, e mesmo assim, até o limite
de 30% do saldo.
Em 2010, o presidente da CBIC estima que o setor deve registrar um crescimento
de 9%. Para 2009, ele afirmou que, utilizando os números divulgados
até o momento pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
(IBGE), a construção civil deve ter uma contração
entre 3% e 4%. No entanto, ele questiona esses números, pois,
na sua avaliação, o setor teria crescido, no ano passado,
pelo menos 2%. Isso porque, segundo ele, os números do IBGE captam
apenas o consumo de materiais de construção, e não
o valor que ele agrega ao setor.
Na quarta-feira passada, Simão sugeriu
ao ministro da Fazenda, Guido Mantega, que houvesse uma revisão
do modelo utilizado pelo IBGE para que fosse captada, de maneira mais
precisa, a contribuição do setor para a economia brasileira.
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Gazeta do Povo, 8 de março
de 2010
Imposto de Renda
Isento pode declarar para ser restituído
Mais de 5 milhões de brasileiros foram
desobrigados a apresentar a declaração em 2010, mas prestar
contas pode ser vantajoso em algumas situações
As mudanças nas regras para declaração de Imposto
de Renda Pessoa Física deste ano desobrigaram cerca de 5 milhões
de brasileiros a prestar contas com a Receita Federal. O Fisco liberou
da declaração os sócios ou proprietários
de empresas e modificou o critério de patrimônio: deve
declarar quem tem um bem em seu nome com valor superior a R$ 300 mil,
sendo que até o ano passado o valor era de R$ 80 mil. Mas fica
a dúvida: vale a pena continuar declarando?
A resposta é talvez.
A advogada tributarista Heloísa Guarita Souza, do escritório
Augusto Prolik, aponta uma situação em especial que vale
a pena apresentar a declaração mesmo estando isento do
IR: caso o contribuinte tenha tido algum imposto retido na fonte ao
longo do ano passado. “Se houve tributação em um
mês ou mais, mas mesmo assim a pessoa não ultrapassou o
limite de isenção, ela pode restituir esse valor. E para
fazer isso, precisa fazer a declaração”, explica.
Documento
A declaração de
imposto de renda é um documento exigido em alguns cadastros e
na assinatura de alguns contratos, como os financiamentos imobiliários.
Por isso, pode ser importante para alguns contribuintes ter os dados
atualizados junto ao Fisco. “Nem sempre o documento de anos passados
é válido. E você pode se deparar com alguém
que não está familiarizado com as mudanças e ter
uma certa dor de cabeça para esclarecer o porquê de não
ter a declaração”, diz o diretor do Centro
de Orientação Fiscal (Cenofisco), Lázaro Rosa
da Silva.
Para o diretor, também
é uma vantagem continuar declarando para quem fez algum tipo
de benfeitoria no imóvel, já que ele poderá atualizar
o valor do bem na nova declaração. “No futuro, quando
você decidir vender, o valor já estará mais atualizado”,
diz Silva. Vale lembrar, no entanto, que só podem ser somados
ao valor do bem os gastos com reformas e benfeitorias. A Receita não
permite nenhum outro tipo de atualização de valores, com
base na inflação, por exemplo, ou na valorização
do mercado. Além disso, é preciso ter todos os comprovantes
das despesas.
Entrega
O prazo para envio da declaração
de IRPF 2010 termina em 30 de abril. Precisa enviar os dados quem teve
rendimentos tributáveis acima de R$ 17.215,08 ou se enquadre
em algum outro critério de obrigatoriedade (confira o box). A
multa mínima para quem atrasar a entrega será de R$ 165,74
e a máxima, de 20% do imposto devido.
A declaração pode
ser enviada pela internet, usando o programa de transmissão Receitanet.
Outras opções é entregar em disquete nas agências
do Banco do Brasil ou da Caixa Econômica Federal ou por meio de
formulário nas agências e nas lojas franqueadas dos Correios.
Obrigatoriedade
Para alguns contribuintes, a declaração do imposto de
renda é obrigatória. Veja quem deve prestar contas:
- Recebeu rendimentos tributáveis
superiores a R$ 17.215,08 em 2009;
- Recebeu rendimentos isentos
ou tributados na fonte superiores a R$ 40 mil;
- Teve receita bruta superior
a R$ 86.075,40 em atividades rurais no ano passado; - Obteve ganho na
venda de bens ou direitos;
- Realizou operações
na bolsa;
- Possui bens ou direitos cujo
valor supere R$ 300 mil.
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Rede Brasil Atual, 8 de
março de 2010
Estádio das "greves do ABC"
pode virar Museu do Trabalhador
O Estádio 1º de Maio, em São Bernardo do Campo (SP),
pode sediar o Museu do Trabalho e do Trabalhador e se tornar patrimônio
cultural nacional. O local, também conhecido como Estádio
da Vila Euclides, foi tombado provisoriamente pelo Compahc (Conselho
Municipal do Patrimônio Histórico e Cultural de São
Bernardo do Campo) em 2002.
O prefeito Luiz Marinho (PT) visitou na última terça-feira
(2) o estádio, localizado na região central da cidade,
acompanhado dos secretários de Cultura, Leopoldo Nunes, de Esportes
e Lazer, José Luiz Ferrarezi, e de Planejamento Urbano e Ação
Regional, Alfredo Buso.
"Temos propostas para a
criação do Museu do Trabalho e do Trabalhador e do Memorial
da Vila Euclides com o objetivo de preservar a história deste
estádio. Além disso, o espaço pode ser modernizado
e ampliado para que as equipes locais de futebol continuem a disputar
os campeonatos profissionais e amadores", afirma Marinho.
Palco das grandes manifestações
sindicais dos trabalhadores metalúrgicos de São Bernardo
e Diadema em 1979 e anos seguintes, época das greves históricas
realizadas ainda durante o regime militar, o estádio conta com
campo de futebol gramado, arquibancada para 13 mil pessoas, duas quadras
de tênis iluminadas, sala para xadrez e dama e sala preparada
para competições de tênis de mesa.
Fonte: Rede Brasil Atual
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FOLHA DE LONDRINA, 08 de
março de 2010 | Política
Discussões sobre o mínimo
devem movimentar a Assembleia
Enquanto governistas trabalham pela aprovação
do reajuste, a oposição planeja estender o aumento ao
funcionalismo público
Curitiba - Na sexta-feira a Assembleia Legislativa realiza a primeira
audiência pública para discutir a proposta de reajuste
do salário mínimo regional. O assunto deve render movimentação
intensa entre os deputados estaduais. Enquanto a bancada governista
trabalha pela aprovação do reajuste, a oposição
planeja estender o aumento ao funcionalismo público.
''Vamos apresentar uma emenda
para aplicar o reajuste ao vencimento básico dos funcionários
públicos'', adiantou o deputado Élio Rusch (DEM), líder
da oposição na Assembleia. ''Muitos servidores recebem
menos que o piso regional. O governador quer fazer cortesia com o chapéu
alheio porque quem vai pagar esse reajuste é a iniciativa privada'',
criticou.
Segundo Rusch, em 2009 o governo
estadual reajustou o salário mínimo regional em 15%. ''Mas
para os funcionalismo público o Estado concedeu só 6%
de aumento'', disse. O deputado não soube dizer quantos servidores
estaduais recebem como vencimento básico menos que o salário
regional.
Outro que deve apresentar emenda
ao projeto é o deputado Reni Pereira (PSB). Ele irá propor
que o valor do seguro-desemprego pago aos trabalhadores seja o mesmo
do mínimo regional, para impedir que os funcionários que
sejam demitidos recebam o valor do piso nacional ao invés do
piso regional. A complementação seria feita pelo governo
do Estado. ''Existem recursos extra-orçamentários ainda
disponíveis para que o Estado possa complementar o seguro-desemprego''.
Para o líder do governo
na Assembleia, deputado Luiz Claudio Romanelli (PMDB), a meta é
aprovar o reajuste a tempo dele entrar em vigor até primeiro
de maio. Mesmo com a realização das audiências,
o parlamentar acredita que a iniciativa terá tramitação
rápida na Casa. ''As audiências são um instrumento
importante para debates entre as entidades de classe, sindicatos patronais'',
defendeu.
Romanelli acredita que durante
as audiências poderão vir informações importantes
de apoio ao reajuste. ''Quando fizemos as audiências públicas
da reforma tributária foi assim também'', apostou. ''Com
esses debates poderemos aperfeiçoar a proposta. Sabemos que o
piso regional serve de exemplo para outros estados do país'',
defendeu. ''Vamos ver se os deputados dessa vez vão ouvir mesmo
a população'', revidou Rusch.
Serão realizadas quatro
audiências. Em Foz o encontro será no dia 12. Curitiba
recebe o evento no dia 15 de março e as cidades de Londrina e
Maringá participam do debate no dia 19.
Mercado
Para o técnico do Departamento
Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos
(Dieese), Cid Cordeiro, a aprovação do reajuste do salário
não deve ter grande impacto no mercado. ''É um reajuste
coerente com a realidade do mercado, que já vem pagando salários
superiores a isso'', destacou.
Para Cordeiro, a aprovação
do aumento deve ter impacto no curto prazo, mas pouco efeito no médio,
longo prazo. ''Certamente terá mais impacto nos setores que pagam
os salários mais baixos, como a indústria de vestuário,
de alimentação, empregados domésticos e alguns
segmentos do setor de serviços'', avaliou.
A proposta, defende, não
deve provocar a extinção de empregos. ''Desde que foi
criado, em 2006, não houve risco de demissão. Pelo contrário,
o estado registrou recorde de geração de empregos, mesmo
durante a crise do ano passado'', completou.
Caso o reajuste seja aprovado,
o salário mínimo regional passaria dos atuais R$ 605,52
e R$ 629,45 para valores que variam entre
R$ 663,00 e R$ 765,00, divididos
em quatro faixas conforme a categoria profissional. O piso regional
é válido para categorias que não têm acordo
coletivo e deve atingir diretamente 350 mil trabalhadores.
Rosiane Correia de Freitas
Equipe da Folha
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O ESTADO DO PARANÁ,
08 de março de 2010 | Política
Força apoia proposta de Temer para
jornada de trabalho
A Força Sindical, que batalha pela redução da jornada
de trabalho para 40 horas semanais sem redução salarial,
apoia a iniciativa do presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP),
que defende uma proposta intermediária: redução
para 43 horas em 2011 e para 42 horas em 2012. A proposta foi feita
por Temer no mês passado a líderes de sindicatos de trabalhadores.
Segundo o presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva,
a solução é "viável" e a Força
deve fazer um acordo com Temer para que o tema seja votado.
"Acho que é possível aprovar a proposta intermediária
do presidente Michel Temer", disse, durante a inauguração
da nova sede da Força, no bairro da Liberdade, em São
Paulo. Segundo ele, o projeto traria um ganho expressivo para a qualidade
de vida dos trabalhadores. Não existe previsão de votação,
mas ele acredita que pode ocorrer nos próximos 20 a 30 dias.
Paulinho, como é
conhecido, lembrou que o Brasil só mexeu duas vezes na sua jornada
de trabalho. A primeira vez foi e 1943, na gestão de Getúlio
Vargas, e a segunda foi na Constituinte de 1988. "É uma
luta difícil porque enfrenta todo o empresariado do Brasil. Não
é fácil de aprovar, será uma batalha", disse.
O presidente da Força acredita que o atual momento é favorável
para os trabalhadores reforçarem seus pleitos. "O Brasil
está sendo visto lá fora como o único país
que saiu da crise, e é um bom momento para aumentar as reivindicações",
afirmou.
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Brasília Confidencial,
8 de março de 2010
Eleições 2010: dono do Grupo
Pão de Açúcar apoia candidatura de Dilma
O empresário Abilio Diniz, do Grupo Pão de Açúcar,
fez uma ampla defesa da candidatura da ministra Dilma Rousseff (PT)
para presidente do Brasil durante um evento em São Paulo nesta
quinta-feira (4), onde anunciou o novo presidente executivo do grupo,
Enéas Pestana, Segundo ele, Dilma tem todas as condições
de cuidar bem do legado do presidente Lula.
"Não há dúvida
nenhuma que o presidente Lula deixou um legado para esse país,
que não vai ser perdido. Esse legado passa por crescimento, por
aumento de emprego e por distribuição de renda",
disse. Em sua opinião, uma das qualidades do presidente é
ouvir. "Ele pergunta, ouve. Pergunta, ouve. Você já
viu político que ouve? Ele ouve, ouve, ouve. É impressionante",
comentou.
Em seguida, foi questionado
sobre a ministra, e transferiu os elogios a ela. "A Dilma ouve
muito mais do que vocês podem imaginar. Por que será que
eu gosto da Dilma? Porque ela é ministra da Casa Civil e eu me
encanto com ministra da Casa Civil? Não, eu gosto da Dilma porque
eu a conheço", respondeu.
"É isso que falta
para a Dilma: ser conhecida, se mostrar como ela é como pessoa
normal", afirmou, acrescentando que ela é "bem informada
e conhece profundamente as áreas de infraestrutura e de empresas
e tem condições de utilizar esse conhecimento para perpetuar
o governo do presidente Lula".
Apesar disso, frisou que isto
não significa que ele irá votar na ministra para a Presidência
da República. "Só estou falando de quem eu sou amigo
e [por quem] tenho admiração."
Perguntado se o presidente teria
uma participação como a dele no Pão de Açúcar,
que apesar das várias trocas de executivo, mantém pulso
firme na gestão, Diniz disse: "Ele (Lula) não será
um Abilio no Pão. Porque, ao contrário de mim, ele não
tem obrigação".
Sobre o candidato tucano, José
Serra, o empresário disse apenas que o "considera uma pessoa
excelente" e se recusou comparar os possíveis mandatos,
assim como entre os governos Lula e Fernando Henrique Cardoso (PSDB).
Questionado, respondeu que seria
"deselegante" falar sobre os dois governos: "Essa comparação
quem tem que fazer são vocês, que têm todos os números".
(Fonte: Brasília Confidencial)
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Folha de S.Paulo, 8 de março
de 2010
Planalto paga pesquisa sobre trunfos
eleitorais de Dilma
Estudos de R$ 2 mi medem popularidade de programas
associados à ministra, como PAC | Relatórios apontam que
população desconhece vitrines; PAC tem caráter
abstrato e não foi alvo de publicidade, diz Secom
MARTA SALOMON
DA SUCURSAL DE BRASÍLIA
O Palácio do Planalto
pagou R$ 2 milhões por pesquisas que aferem a popularidade de
programas de governo e, em especial, de ações às
quais a imagem da pré-candidata petista, Dilma Rousseff, está
mais associada. Relatórios traçados por um especialista
em comportamento eleitoral indicam "patamares elevados de desconhecimento"
de vitrines do governo, como o PAC (Programa de Aceleração
do Crescimento) e o pré-sal.
Os estudos foram iniciados em 2009, sob encomenda da Secretaria de Comunicação
da Presidência. Os resultados são estratégicos para
delinear a plataforma eleitoral da ministra da Casa Civil. A Folha teve
acesso aos questionários e relatórios das pesquisas após
reclamar formalmente o direito de acesso a dados públicos.
"Eu diria que sempre é um subsídio, é claro",
afirmou o diretor-presidente do Instituto Meta, Flávio Eduardo
Silveira, sobre a contribuição das pesquisas para a tática
de Dilma.
O sociólogo avalia que falta ao PAC uma identidade mais próxima
da população, como ocorre no caso do programa habitacional
Minha Casa, Minha Vida, por exemplo, também objeto das pesquisas.
"Fica algo muito abstrato", disse.
Essa palavra é a mesma usada pelo secretário-executivo
da Secom, Ottoni Fernandes Júnior, ao tentar justificar o desconhecimento
do PAC: "É um programa que tem caráter abstrato e
não estava no centro da publicidade institucional".
A lembrança da propaganda oficial do PAC foi considerada "escassa"
em relatório de pesquisa qualitativa de maio, que recorreu a
entrevistas mais aprofundadas. Essa pesquisa detectou "forte desconfiança",
principalmente entre os mais ricos, em relação ao programa.
Programa
eleitoreiro
Alguns participantes sugeriram que o PAC era eleitoreiro. "De certa
forma, ele está usando o PAC para eleger a Dilma", relata
o Instituto Meta, na única vez em que o nome da pré-candidata
aparece nos questionários ou relatórios de análise.
O relatório de novembro diz que, entre os que já tinham
ouvido falar do programa (menos de metade dos entrevistados), mais de
70% não conhecem suas obras. O dado "indicou a manutenção
de patamares elevados de desconhecimento".
Percentual semelhante da população manifestou conhecer
o programa que pretende financiar um milhão de moradias até
o fim do ano para famílias com renda de até R$ 4.900.
O mais recente relatório diz que a avaliação positiva
do governo se concentra nas famílias com renda de até
dois salários mínimos e nas regiões Norte e Nordeste.
A avaliação tanto de Lula como do governo cai à
medida em que aumenta a renda.
O motivo que mais pesou na avaliação negativa foi a corrupção.
O relatório de novembro atribuiu o fato à crise no Senado,
"em função do apoio público do presidente
Lula a Sarney, principal alvo das denúncias".
O responsável pelo levantamento arrisca palpites sobre a candidatura
Dilma e diz crer em uma disputa acirrada. "Não se sabe ao
certo o teto do crescimento [de Dilma] e isso vai depender de vários
fatores, como a transferência de votos de Lula", disse Flávio
Silveira.
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O ESTADO DO PARANÁ,
08 de março de 2010 | Economia
Temer quer retomar debate sobre assinatura
da telefonia
O presidente da Câmara, deputado Michel Temer (PMDB-SP), pretende
retomar a discussão do projeto de lei que propõe o fim
da cobrança da assinatura básica da telefonia fixa. Ele
determinou, nesta semana, a instalação de uma Comissão
Especial para analisar o tema. A proposta, que tramita na Câmara
há nove anos, aguarda desde março de 2008 a instalação
desta comissão, mas até hoje nem todos os partidos indicaram
seus representantes.
A proposta, de autoria do deputado
Marcelo Teixeira (PMDB-CE), chegou a ser aprovada em 2005 pela comissão
de Defesa do Consumidor e encaminhada à Comissão de Desenvolvimento
Econômico. Apesar de o tema ter sido alvo de mais de 1 milhão
de ligações recebidas no teleatendimento da Câmara,
o projeto está parado há mais de quatro anos.
A assinatura básica da
telefonia fixa representa pelo menos R$ 8 bilhões por ano em
receita para as empresas do setor e R$ 2,4 bilhões para os governos
estaduais, que faturam com o ICMS cobrado sobre os serviços.
O fim da assinatura é uma bandeira antiga das associações
de defesa do consumidor, que entendem que o cliente deve pagar apenas
pelo que utiliza.
As empresas defendem a ideia
de que a assinatura é necessária para garantir a prestação
dos serviços e que, ser for extinta, a perda de receita teria
de ser compensada pelo aumento do preço das ligações.
A assinatura custa cerca de R$ 40 por mês, dá direito a
200 minutos de chamadas locais e é cobrada do cliente mesmo que
ele não tenha feito ligações.
A cobrança está
sendo questionada também em várias iniciativas de assembleias
legislativas estaduais, como a de São Paulo, que aprovou uma
lei, no ano passado, determinando o fim da cobrança no Estado.
Essas iniciativas, no entanto, acabam virando briga judicial.
Em 2007, o Superior Tribunal
de Justiça (STJ) decidiu que a cobrança da assinatura
é legal em um processo contra a Brasil Telecom (hoje Oi), movido
por uma consumidora do Estado do Rio Grande do Sul. Em outro processo,
julgado em dezembro do ano passado, a Primeira Turma do STJ considerou
que uma lei estadual não pode legislar sobre serviços
de telecomunicações.
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BEM PARANÁ, 08 de
março de 2010 | Política
Eleições 2010
“Traições” ameaçam
unidade de alianças eleitorais
Contrariando decisões oficiais dos partidos,
lideranças tomarão rumo próprio na disputa
Abraão Benício
A disputa pelo governo do Paraná nas eleições de
outubro terá a marca da “traição”.
Pelo menos três legendas, apesar de declararem oficialmente apoio
a determinado candidato, terão lideranças filiados trabalhando
pelos adversários nos bastidores. Este é o caso do PP,
DEM e PMDB.
Se depender da vontade do diretório
estadual, mais especificamente do seu presidente, deputado Ricardo Barros,
o PP deve subir no palanque do candidato pedetista ao Palácio
das Araucárias, senador Osmar Dias. Barros tem interesse direto
na candidatura de Dias ao governo, já que pretende disputar cadeira
no Senado e assim teria menos um adversário de peso na disputa.
Assim, a tendência é que o principal cacique da legenda
no Estado articule os correligionários para fechar com o PDT.
Porém, um grupo do PP em Curitiba – capitaneado pelo deputado
estadual Ney Leprevost – tem grande simpatia pelo projeto governamental
do prefeito de Curitiba, Beto Richa (PSDB).
“O partido caminhará
unido. Não haverá discordância. Precisamos saber
qual candidato vai assumir mais compromissos conosco e com nossa proposta
de governo. Essa definição passa pela candidatura ao Senado
e pela coligação na proporcional”, afirma Barros.
No Democratas, a situação
é semelhante. O presidente estadual, deputado Abelardo Lupion
(DEM), também é pré-candidato ao Senado. Portanto,
trabalha para costurar acordo com a turma de Osmar Dias. A tarefa de
Lupion, porém, é mais árdua que a de Barros. Para
consolidar uma aliança com PDT, o líder Democrata terá
que superar a resistência da cúpula nacional, que sequer
considera dividir palanque com o PT – provável principal
aliado de Osmar Dias – e das maiores lideranças do partido
no Estado. Dos cinco deputados estaduais do DEM, quatro – incluindo
o presidente da Assembleia, Nelson Justus – já afirmaram
publicamente que irão trabalhar na campanha de Richa.
Justus – que em 2006 já
apoiou a reeleição do governador Roberto Requião
– enquanto a maior parte do DEM (na época ainda com o nome
de PFL), foi com Osmar Dias – afirmou que independente da decisão
do partido, já decidiu pelo apoio a Richa.
No PMDB a situação
é ainda mais confusa. Mesmo que o vice-governador Orlando Pessuti
(PMDB) consiga se confirmar como candidato ao governo, é improvável
que todas as principais forças do partido estejam agregadas.
O próprio Requião trabalha nos bastidores para fechar
um acordo, mesmo que “branco”, com os tucanos, interessado
em tirar deputado federal Gustavo Fruet (PSDB) da disputa pelo Senado.
Há ainda outra ala – encabeçada pelo ministro da
Agricultura, Reinhold Stephanes – que defende a composição
com o PDT de Osmar Dias.
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Notícias do Tribunal Superior
do Trabalho
08/03/2010
Cancelamento de plano de saúde gerou
indenização a empregada que estava de licença médica
Quando mais precisava de assistência médica, uma empregada
que trabalhava como caixa na loja de conveniência de um posto
de gasolina Esso no Rio de Janeiro foi surpreendida com o cancelamento
do seu plano de saúde. Ela reclamou na justiça, ganhou
o plano de volta e indenização no valor de setenta salários
mínimos. A sentença regional foi mantida após a
rejeição de um agravo de instrumento das empresas condenadas
solidariamente, pela Segunda Turma do Tribunal Superior do Trabalho.
O 1º Tribunal Regional afirmou que a supressão do plano
de saúde não poderia ter acontecido durante o período
de suspensão do contrato de trabalho da empregada que estava
de licença médica. A loja havia encerrado suas atividades
naquele posto, mas o Regional condenou solidariamente a empresa de combustível
e a Esso Brasileira de Petróleo Limitada pelas verbas devidas
à empregada. O Regional entendeu que a questão estava
relacionada a um estabelecimento único, uma vez que a loja de
conveniência funcionava nas instalações do posto.
Ao analisar o recurso das empresas no TST, o ministro Renato de Lacerda
Paiva constatou que, ao contrário do seu entendimento de que
a interrupção do tratamento da empregada deveria ser entendida
como “mero dissabor de ordem cotidiana”, o acórdão
regional destacou que a supressão do plano de saúde ocorreu
no momento em que a trabalhadora mais precisava, pois estava em tratamento
fisioterápico e com cirurgia marcada, situação
que era do conhecimento do empregador.
De acordo com os fatos registrados, o Tribunal Regional relacionou o
caso corretamente aos conceitos dos artigos 186 e 927 do Código
Civil, que dispõe sobre a obrigatoriedade de quem prejudicar
outra pessoa a reparar os danos causados a ela, ainda que exclusivamente
moral, afirmou o relator.
O recurso chegou ao TST por meio de agravo de instrumento das empresas
condenadas solidariamente. Como o recurso foi rejeitado, ficou mantida
a decisão regional condenando o posto de combustível e
a empresa de petróleo Esso. (AIRR-45940-49.2006.5.01.0058)
(Mário Correia)
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08/03/2010
Descanso semanal é questão
de ordem pública, diz SDI-1 do TST
Descanso semanal remunerado
de trabalhador é questão de ordem pública e não
pode ser objeto de negociação em acordo coletivo. Esse
foi o entendimento da Seção I Especializada em Dissídios
Individuais do Tribunal Superior do Trabalho para rejeitar recurso da
empresa paulista All – América Latina Logística
do Brasil, no qual insistia em tese de constitucionalidade de norma
coletiva que lhe permitiu conceder a folga do empregado no 14º
dia de trabalho.
A Segunda Turma do Tribunal
já havia confirmado a decisão do Tribunal Regional da
9ª Região (PR) afirmando que a folga compensatória
do trabalho em dia de domingo deve ocorrer dentro da semana, “visto
que de acordo com o próprio nome, trata-se de descanso semanal
remunerado e não de descanso devidos no mês”. Não
cabe à empresa transferi-la para outra oportunidade que lhe seja
mais adequada, pois não há espaço para negociação
coletiva quando se trata de normas que visem o bem-estar psíquico-físico
do trabalhador, afirmou o acórdão turmário.
Ao analisar o recurso da empresa
na SDI-1, o ministro Cesar Leite de Carvalho verificou que a Segunda
Turma havia decidido corretamente, uma vez que o repouso deve ser concedido
aos domingos, após seis dias de trabalho, e, excepcionalmente,
em outro dia da semana, no caso de empresas com atividades contínuas.
Mas tal flexibilidade não se estende ao repouso após sete
dias corridos de trabalho, como estabelecem os artigos 67 e 68 da CLT,
Lei 605/49 e o Decreto 27.048/49, informou o relator.
A empresa foi condenada a pagar
em dobro o trabalho realizado pelo empregado aos domingos. A decisão
da SDI-1 foi por unanimidade. (E-RR-60000-83.2001.5.09.0024)
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08/03/2010
Multa do artigo 477 da CLT: quando o pagamento
de direito trabalhista é insuficiente, mas sem atraso
A multa do artigo 477 da CLT
é devida nos casos de atraso no pagamento de verbas incontroversas
e não quando ocorrre pagamento insuficiente de direitos trabalhistas.
Com esse fundamento, a Segunda Turma do Tribunal Superior do Trabalho
aceitou recurso do Serviço Social de Comércio (Sesc).
O caso iniciou quando uma auxiliar
de cozinha, demitida sem justa causa, ajuizou ação trabalhista
contra o Sesc requerendo o pagamento de horas extraordinárias
por serviço prestado além da jornada contratual e o recebimento
de multa do artigo 477 da CLT por atraso no pagamento de diferenças
remuneratórias eventualmente reconhecidas em juízo. O
artigo 477, §8° da CLT, estabeleceu punição ao
empregador, em valor equivalente ao salário do empregado, caso
haja atraso no recebimento de direitos trabalhistas constantes do termo
de rescisão.
O juiz de primeiro grau concedeu
as horas extras, mas não reconheceu o direito à multa.
A trabalhadora recorreu ao Tribunal Regional da 17ª Região
(ES), reiterando o pedido da multa sobre o não pagamento das
diferenças de horas extras concedidas na primeira instância.
O TRT, por sua vez, aceitou o apelo da trabalhadora, concluindo que
não houve o pagamento da totalidade da jornada extraordinária.
O Sesc ingressou com recurso
de revista no TST, argumentando que as verbas foram quitadas no termo
de rescisão dentro do prazo legal. O relator do processo na Segunda
Turma, ministro Renato de Lacerda Paiva, entendeu ser indevida a multa.
Para o relator, a existência de diferenças de verbas rescisórias
pela integração de valores reconhecidos em juízo
não é motivo para a multa por atraso do artigo 477 da
CLT. “A melhor interpretação do artigo 477 da CLT
é de que a sanção somente seria devida caso o empregador
deixe de observar os prazos estipulados pelo § 8”, concluiu.
Com esses fundamentos, a Segunda
Turma, por unanimidade, deu provimento ao recurso do Sesc e excluiu
da condenação a multa aplicada à instituição.
(RR-46100-69.2005.5.17.0121)
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08/03/2010
Sexta Turma afasta prescrição
em caso de assédio moral
Após a extinção
do processo pelo Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região
(BA), por prescrição do direito, a possibilidade de ver
seu caso de assédio moral analisado pela Justiça do Trabalho
está mais próxima do que poderia imaginar um empregado
do Banco Bradesco S/A. A Sexta Turma do Tribunal Superior do Trabalho
afastou a prescrição, determinando o retorno ao TRT/BA,
para que julgue o mérito da questão.
A controvérsia trata
de assédio moral ocorrido enquanto o funcionário trabalhava
com o transporte de valores entre agências bancárias. Para
o TRT, o trabalhador demorou muito para pedir a indenização,
ao ajuizar a reclamação em novembro de 2007, tendo os
fatos alegados pelo autor ocorrido em 2003, pois, de acordo com o Regional,
trata-se de uma reparação civil e vale a prescrição
do artigo 206 do Código Civil – três anos –
e não a prescrição trabalhista. Além disso,
para o TRT, o fato de o empregado ter se aposentado por invalidez em
agosto de 2004 não altera o quadro. Esse entendimento levou à
extinção do processo no Regional. No entanto, alguns aspectos
da controvérsia possibilitaram, no TST, uma nova visão
sobre o processo.
Segundo o presidente da Sexta
Turma e relator do recurso de revista, ministro Aloysio Corrêa
da Veiga, a jurisprudência do TST segue a regra estabelecida no
artigo 7º, inciso XXIX, da Constituição Federal (prescrição
trabalhista) quanto à prescrição aplicável
à pretensão de dano moral decorrente da relação
de emprego. Enfatiza, inclusive, que a Emenda Constitucional 45/2004
apresentou alteração na competência da Justiça
do Trabalho apenas para análise de pedido de reparação
de dano moral provocado por acidente do trabalho, não sendo esse
o caso em análise, que trata da indenização por
danos decorrentes de assédio moral, cuja competência sempre
foi da JT, conforme preceitua a Súmula 392 do TST.
O prazo para a reclamação
dos créditos resultantes de dano moral decorrente da relação
de trabalho, como é o caso de assédio moral, esclarece
o relator, é de cinco anos durante o curso do contrato e até
o limite de dois anos após o término da relação
de emprego. No processo em discussão, ressalta o relator, a lesão
é oriunda de contrato de trabalho que não chegou a ser
extinto, mas apenas suspenso a partir da concessão do benefício
previdenciário, que foi a aposentadoria por invalidez.
Assim, como a ciência
da incapacidade para o trabalho do empregado se deu em agosto de 2004
e a ação para obter a indenização por suposto
dano moral decorrente da relação de emprego foi apresentada
em novembro de 2007, “o ajuizamento está dentro do quinquênio
previsto no artigo 7º, XXIX, da Constituição”,
conclui o relator. Com essas considerações, a Sexta Turma
seguiu o voto do ministro Corrêa da Veiga, afastando a prescrição,
e determinou o retorno dos autos ao TRT/BA para que julgue o mérito
da controvérsia.
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FETRACONSPAR, 08 de março de 2010
Campanha Salarial 2010/2011 – STICMUVA
União da Vitória
Assembléias em Clevelândia
e Porto Vitória
O Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção
e do Mobiliário de União da Vitória, presidido
pelo companheiro JOSÉ ORLANDO DOS SANTOS, realizou assembléia
com os trabalhadores dos municípios de CLEVELÂNDIA
e PORTO VITÓRIA das categorias da madeira
e do mobiliário, data base no mês de maio.
A pauta de discussões foi o rol de reivindicações
da categoria, visando a celebração da convenção
coletiva de trabalho para o período 2010/2011.
GERALDO RAMTHUN, presidente
da FETRACONSPAR, Diretor Secretário Regional da CNTI, e Secretário
de Finanças do Sindicato também participou das Assembléias.
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FETRACONSPAR, 08 de março
de 2010
Campanha Salarial 2010/2011
SINTRAMADEMÓVEIS Francisco Beltrão
realiza Assembléia
O Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Serrarias, Carpintarias,
Marcenarias, Tanoarias, Madeiras Compensadas e Laminados, Aglomerados
e Chapas de Fibras de Madeira, Oficiais Marceneiros e Trabalhadores
nas Indústrias de Móveis de Madeira, Junco e Vime, Vassouras,
Cortinados e Estofados, Escovas, Pincéis e Afins de Francisco
Beltrão - SINTRAMADEMÓVEIS, presidido
pelo companheiro JOÃO CARLOS DA SILVA MACHADO,
realizou assembléia com os trabalhadores de base, das categorias
da madeira e do mobiliário, data base no mês de maio.
A pauta de discussões foi o rol de reivindicações
da categoria, visando a celebração da convenção
coletiva de trabalho para o período 2010/2011.
Na ocasião também foram entregues prêmios as mulheres
da categoria em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, comemorado
em 08 de março.
OSMAR KRIGER, presidente do Sindicato dos Trabalhadores
nas Indústrias d0a Construção Civil, de Olaria,
do Cal e Gesso, de Ladrilhos Hidráulicos e Produtos de Cimento,
de Artefatos de Cimento Armado, de Cerâmica para Construção,
Mármores e Granitos, Oficiais Eletricistas e Trabalhadores nas
Indústrias de Instalações Elétricas, Gás
e Hidráulicas de Francisco BeltrãO - SINTRACON acompanhou
a Assembléia.
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ASSEMBLÉIA
SINTRAMADEMOVÉIS FCO. BELTRÃO |
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ASSEMBLÉIA
SINTRAMADEMOVÉIS FCO. BELTRÃO |
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ASSEMBLÉIA
SINTRAMADEMOVÉIS FCO. BELTRÃO |
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ASSEMBLÉIA
SINTRAMADEMOVÉIS FCO. BELTRÃO |
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ASSEMBLÉIA
SINTRAMADEMOVÉIS FCO. BELTRÃO |
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ASSEMBLÉIA
SINTRAMADEMOVÉIS FCO. BELTRÃO |
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ASSEMBLÉIA
SINTRAMADEMOVÉIS FCO. BELTRÃO |
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ASSEMBLÉIA
SINTRAMADEMOVÉIS FCO. BELTRÃO |
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ASSEMBLÉIA
SINTRAMADEMOVÉIS FCO. BELTRÃO |
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ASSEMBLÉIA
SINTRAMADEMOVÉIS FCO. BELTRÃO |
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ASSEMBLÉIA
SINTRAMADEMOVÉIS FCO. BELTRÃO |
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ASSEMBLÉIA
SINTRAMADEMOVÉIS FCO. BELTRÃO |
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ASSEMBLÉIA
SINTRAMADEMOVÉIS FCO. BELTRÃO |
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HOMENAGEM:
DIA DA MULHER SINTRAMADEMOVÉIS FCO. BELTRÃO |
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HOMENAGEM:
DIA DA MULHER SINTRAMADEMOVÉIS FCO. BELTRÃO |
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HOMENAGEM:
DIA DA MULHER SINTRAMADEMOVÉIS FCO. BELTRÃO |
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HOMENAGEM:
DIA DA MULHER SINTRAMADEMOVÉIS FCO. BELTRÃO |
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FETRACONSPAR, 08 de março de 2010
Campanha Salarial 2010/2011
STICM Toledo realiza Assembléia
O Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção
e do Mobiliário de Toledo - STICM, presidido
pelo companheiro ANACIR ANTONIO DE ANDRADE, realizou
assembléia com os trabalhadore das categorias da madeira e do
mobiliário, data base no mês de maio.
A pauta de discussões foi o rol de reivindicações
da categoria, visando a celebração da convenção
coletiva de trabalho para o período 2010/2011.
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FETRACONSPAR, 08 de março de 2010
Campanha Salarial 2010/2011
STICM Cianorte realiza Assembléia
O Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção
e do Mobiliário de Cianorte - STICM, presidido
pelo companheiro SEBASTIÃO LIMA DA SILVA, realizou
assembléia com os trabalhadore das categorias da madeira e do
mobiliário, data base no mês de maio.
A pauta de discussões foi o rol de reivindicações
da categoria, visando a celebração da convenção
coletiva de trabalho para o período 2010/2011.
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ASSEMBLÉIA
STICM CIANORTE |
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ASSEMBLÉIA
STICM CIANORTE |
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