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FOLHA DE LONDRINA, 18 de
março de 2010 | Economia
País se abre para o emprego formal
Fevereiro teve contratação recorde
de 209.425 pessoas com carteira assinada; meta é de 2 milhões
de vagas
Dados divulgados ontem pelo Ministério do Trabalho apontam que
o saldo líquido de empregos criados com carteira assinada no
País em fevereiro foi de 209.425, o que representa um novo recorde
para o mês. O recorde anterior para meses de fevereiro havia sido
obtido em 2008, quando foram abertas 204.963 vagas formais no segundo
mês daquele ano. Em Londrina, os números também
são positivos. Foi o melhor desempenho de fevereiro no levantamento
histórico do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged),
com saldo de 1.855 vagas, superando o último recorde para o período
registrado em 2008, quando foram abertos 1.205 postos de trabalho.
Segundo o Caged, no mês
passado foram registradas 8.356 admissões e 6.501 demissões
no município. No acumulado do ano (janeiro e fevereiro), a variação
positiva é de 2,50%. Nos últimos doze meses houve variação
positiva de 5,18%.
Em Londrina o setor de serviços
foi o que mais contratou em fevereiro, com saldo de 1.660 vagas. Em
segundo vem a construção civil, com 189; em terceiro,
a indústria da transformação, com 164; e em quarto,
a agropecuária, com 74. Segundo a coordenadora do Sine em Londrina,
Neiva de Cássia Vieira Sefrin, o crescimento do segmento de call
center - com a expansão da Dedic GPTI em Londrina - foi um dos
fatores responsáveis pelo bom desempenho dos empregos formais
no mês.
''Além de todas as previsões
dos especialistas sobre a retomada da economia, após a crise,
terem se confirmado, temos aí o setor de call center abrindo
muitas vagas'', afirma. Segundo Neiva, as pequenas empresas - em setores
diversos - também impulsionam os empregos, pois têm ''menor
rotatividade e investem em treinamento dos funcionários''.
Brasil
Segundo dados do Cadastro Geral
de Empregados e Desempregados (Caged), no acumulado dos dois primeiros
meses de 2010, a criação de vagas de emprego superou as
demissões em 390.844 postos de trabalho formais. A meta do governo
para este ano é atingir 2 milhões de novos empregos com
carteira assinada. Em fevereiro de 2009, o Caged registrou abertura
de 9.179 postos de trabalho com carteira assinada.
De acordo com o Caged, os setores
de serviços, indústria de transformação
e construção civil registraram recorde para os meses de
fevereiro na abertura de novas vagas de trabalho formal.
O setor de serviços registrou
a criação de 85.607 vagas líquidas em fevereiro.
A indústria de transformação registrou um saldo
líquido de 63.024 postos de trabalho. De acordo com o Ministério
do Trabalho, 7 dos 12 ramos da indústria pesquisados tiveram
desempenho recorde no mês passado: metalurgia, calçados,
têxtil, química, material de transporte, madeira e mobiliário
e minerais não-metálicos.
A construção
civil teve um saldo líquido de 34.735 vagas em fevereiro. Para
o ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, o resultado forte da
construção civil refletiu o desempenho do programa Minha
Casa, Minha Vida do governo federal. Ele lembrou que os processos de
licenças ambientais, por exemplo, demoram e que, por isso, o
efeito do programa habitacional será sentido de verdade este
ano.
Gisele Mendonça
Com Agência Estado
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Agência Estado, 18
de março de 2010
País criou 209 mil postos
de trabalho em fevereiro, segundo dados do Caged
Por Renata Veríssimo,
Na Agência Estado
O Ministério do Trabalho
informou hoje que o saldo líquido de empregos criados com carteira
assinada no País em fevereiro foi de 209.425, o que representa
um novo recorde para o mês.
O recorde anterior para meses
de fevereiro havia sido obtido em 2008, quando foram abertas 204.963
vagas formais no segundo mês daquele ano.
Segundo dados do Cadastro Geral
de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados, na manhã desta
quarta-feira (17), no acumulado dos dois primeiros meses de 2010, a
criação de vagas de emprego superou as demissões
em 390.444 postos de trabalho formais.
A meta do governo para este
ano é atingir 2 milhões de novos empregos com carteira
assinada. Em fevereiro de 2009, o Caged registrou abertura de 9.179
postos de trabalho com carteira assinada.
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CORREIO BRAZILIENSE, 18
de março de 2010
Serviços, indústria de transformação
e construção civil foram os setores que mais contrataram
Agência Brasil
Brasília - Os setores de serviços, da indústria
de transformação e da construção civil foram
os principais responsáveis pelo saldo positivo de contratações
no mês de fevereiro. O saldo foi de 209.425 empregos com carteira
assinada. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados
(Caged) e foram divulgados nesta quarta-feira (17/3) pelo Ministério
do Trabalho.
As contratações
somaram 1.526.321 e as demissões, 1.316.896. Esse é o
melhor resultado para meses de fevereiro da série histórica
do Caged, iniciada em 1992.
Segundo o ministro do Trabalho
e Emprego, Carlos Lupi, um dos fatores que contribuíram para
o saldo positivo foi a recuperação da economia. “[Houve
recuperação] da indústria de transformação,
que inclui a indústria automobilística, a têxtil
e a indústria de serviços, e, por causa do carnaval, do
ramo da hotelaria e de restaurantes”, afirmou.
O setor de serviços contratou,
no mês passado, 85607 trabalhadores, sendo que os subsetores que
mais empregaram foram os de comércio e de administração
de imóveis e serviços técnicos profissionais (18.508);
de transportes e comunicação (10.5434) e de alojamento
e alimentação (17.738).
A indústria de transformação
contratou em fevereiro 63.024 trabalhadores, com destaque para os setores
das indústrias metalúrgica (10.104), de calçados
(10.026) e têxtil (6.428).
Na construção
civil, o saldo foi de 34.735 novos postos de trabalho. O ministro Carlos
Lupi disse que o programa Minha Casa, Minha Vida tem tido impactos positivos
no setor, com o aumento das contratações.
Para este mês, Lupi espera
também recorde nas contratações. Com isso, ele
espera superar a marca de 207 mil novos empregos registrada em março
de 2008. Para o ano, a meta de 2 milhões de empregos está
mantida.
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O ESTADO DO PARANÁ,
18 de março de 2010 | Economia
Emprego registra recorde no Estado
Helio Miguel, com agências
O emprego no Paraná fechou fevereiro com bons números.
Conforme os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged),
divulgados ontem pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE),
o número de vagas formais de trabalho no Estado aumentou 0,62%
em relação ao estoque de empregos de janeiro. Assim, os
paranaenses passaram a ter, no mês passado, mais 13.710 postos
de trabalho.
No ano, a quantidade de novos
postos (admissões menos demissões) já aumentou
1,25%, ou 27.621 vagas. O desempenho é o melhor de toda a série
do Caged para o primeiro bimestre. Já nos últimos 12 meses,
o crescimento, em relação aos 12 meses imediatamente anteriores,
é de 4,34%, ou 92.619 novos postos de trabalho.
De acordo com o Caged, o setor
de serviços foi o que mais contribuiu para o saldo positivo de
fevereiro, no Paraná. A atividade criou 7.511 novas vagas no
mês. A indústria de transformação veio em
seguida, com 4.493 postos. Em terceiro lugar, ficou a construção
civil, que gerou 1.733 vagas.
O setor, no entanto, foi o que
teve maior crescimento relativo, de 1,36%, contra 0,97% dos serviços.
Por outro lado, a agropecuária foi o setor com a maior queda:
em fevereiro, a atividade fechou 861 postos, encolhendo 0,81% em relação
a janeiro.
No relatório de divulgação
do Caged, o MTE destacou que a Região Metropolitana de Curitiba
teve, em fevereiro, o melhor desempenho para o mês já registrado
pela pesquisa. No período, o estoque de empregos formais cresceu
0,6%, que equivalem a 5.429 novos postos de trabalho.
Considerando-se apenas os municípios,
Curitiba ficou com o maior saldo do Estado no mês passado: foram
3.639 vagas, que aumentaram em 0,58% o estoque total de empregos na
cidade.
Municípios
Londrina teve o segundo melhor
número (1.855 postos), mas variação maior que a
obtida na capital (1,41%). Entre os municípios com mais de 30
mil habitantes, o pior saldo ficou com Lapa, que perdeu 235 vagas, reduzindo
seu estoque em 3,17%.
Brasil
Os setores de serviços,
da indústria de transformação e da construção
civil foram os principais responsáveis pelo saldo positivo de
209.425 novas vagas em fevereiro, no País.
As contratações
somaram 1.526.321 e as demissões, 1.316.896. Também é
o melhor resultado para meses de fevereiro da série histórica
do Caged, iniciada em 1992.
Segundo o ministro do Trabalho
e Emprego, Carlos Lupi, um dos fatores que contribuíram para
o saldo foi a recuperação da economia. Ele destacou as
indústrias automobilística e têxtil, bem como os
ramo da hotelaria e de restaurantes, que cresceram por causa do carnaval.
O setor de serviços contratou,
no mês passado, 85.607 trabalhadores. Já a indústria
contratou, em fevereiro, 63.024 pessoas. Na construção
civil, o saldo foi de 34.735 novos postos. Lupi disse que o programa
Minha Casa, Minha Vida tem exercido impactos positivos no setor.
Para este mês, Lupi
espera que as contratações superem a marca de 207 mil
novos empregos registrada em março de 2008. Para o ano, a meta
de 2 milhões de empregos está mantida.
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O DIÁRIO DO NORTE
DO PARANÁ, 18 de março de 2010
Cidades | Maringá
Maringá: Mais crédito e menos IPI aquecem construção
civil
Apenas em janeiro e fevereiro deste ano, foram
expedidos alvarás para mais de 100 mil m2 de obras — 27,7%
a mais do que em 2009. Lojas de material de construção
comemoram
Vanda Munhoz
vanda@odiariomaringa.com.br
Nunca se construiu tantas obras em Maringá como neste início
de ano. Só nos dois primeiros meses de 2010, elas somam mais
de 100 mil metros quadrados, enquanto que, em janeiro e fevereiro do
ano passado, foram 78,5 mil metros quadrados — uma diferença
de 27,7%. Os números deste começo de ano são superiores
ao mesmo período dos três últimos anos. Os dados
são da Secretaria Municipal de Controle Urbano e Obras (Seurb)
e baseiam-se na concessão de alvarás para novas obras.
Um dos motivos é a redução
de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) nos materiais de construção,
que começou a vigorar em setembro de 2009 e termina no dia 30
de junho deste ano. Aliado a isso, a ampliação do crédito
imobiliário pelo governo federal aqueceu a indústria da
construção civil. O setor espera que programas como Minha
Casa Minha Vida continuem, porque além de movimentar a economia,
geram milhares de empregos.
Manter
redução
O presidente do Sindicato dos Revendedores de Materiais de Construção
de Maringá e Região (Simatec), Valdeci Aparecido da Silva,
diz que menos impostos permitem a construção com custo
menor e que é preciso manter o IPI reduzido: “Temos que
nos unir para que o governo mantenha a redução do imposto.
Isso aquece o mercado, gera empregos e movimenta a economia”.
Outro reflexo na construção
civil, diz ele, é que, com o aumento da demanda, falta mão
de obra qualificada. Faltam pedreiros, mestres de obras, carpinteiros
e outros profissionais técnicos envolvidos na obra civil. “Mas
a falta de mão de obra qualificada é um problema bom de
resolver”, acrescenta.
Silva destaca que está
faltando até vendedor qualificado de materiais de construção
no mercado maringaense. “Para atender essa demanda, o Simatec,
em parceria com outras instituições, promove cursos profissionalizantes
para vendedor e pedreiro”, informa. O salário de um pedreiro
gira em torno de R$ 1,1 mil.
“Temos cinco turmas no
curso de pedreiro. São 160 horas de estudos e, no final, o aluno
recebe o diploma e um kit de ferramentas”, diz. Segundo ele, não
é apenas a construção civil que se beneficia com
o aquecimento do setor, mas toda a cadeia produtiva do mercado brasileiro.
Três
fatores
O presidente do Sindicato da Indústria da Construção
Civil do Paraná (Sinduscon), Marcos Mauro Moreira, diz que há
outros aspectos que devem ser considerados quando se analisa o aumento
no número de obras civis. “São, pelo menos, três
fatores que têm reflexos na economia, não apenas de Maringá,
mas de todo o Brasil”, observa.
O primeiro deles, segundo Moreira,
é que 2010 é um ano de eleições e, nesse
caso, há uma aceleração na construção
de obras públicas. Em segundo lugar, a atividade aquecida em
todos os setores da economia cria um ciclo. “O capital de muitas
atividades econômicas migra para a construção civil.
Os lucros são investidos em imóveis e obras civis”,
explica. E em terceiro lugar, o aumento do crédito imobiliário
e a redução de impostos.
“O IPI reduzido
também ajuda, mas os juros mais baixos do crédito imobiliário
facilitam a compra da casa própria”, afirma. Entre janeiro
e fevereiro deste ano, só a Caixa Econômica Federal (CEF)
concedeu R$ 5,4 bilhões em crédito habitacional. Na avaliação
de Moreira, quando se reduz o preço do material de construção,
reduz-se também o preço dos imóveis.
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DIÁRIO CATARINENSE,
18 de março de 2010
ANO DO EMPREGO
SC: Falta mão de obra na construção
O emprego na Construção Civil
de SC não registrou nem a natural distorção do
começo do ano, reflexo do final de ano e de férias, e
entrou 2010 com números positivos em janeiro e fevereiro. O setor
abriu 1,11 mil postos no mês passado, com crescimento de 1,31%
sobre janeiro, e está com saldo acumulado no ano de 3,5 mil empregos,
aumento de 4,33%.
De acordo com o presidente do
Sindicato da Construção Civil (Sinduscon/SC), Hélio
Bairros, no auge da crise o setor manteve o ritmo, sem ascendência
acelerada, mas estável. Em 2010, houve recuperação.
– Nosso problema maior
é justamente encontrar mão de obra. E não estamos
nem falando de qualificada. Falta gente até desqualificada no
setor, apesar dos esforços das entidades em oferecer cursos.
Isso pode levar a aumento salarial para os trabalhadores da construção
civil e refletir no custo das obras – afirmou.
O setor dos serviços
mantém a tendência de aumento de emprego, com 0,43% de
crescimento em fevereiro e saldo de 2,2 mil postos. No acumulado do
ano, são 6,8 mil empregos e aumento de 1,32%.
Já o comércio,
apresenta queda e saldo negativo. O presidente da Federação
do Comercio de Santa Catarina (Fecomércio), Bruno Breithaupt,
diz que os números apontam apenas a acomodação
do mercado.
– Houve muita contratação
de temporários para o Natal e verão. Este pessoal agora
está sendo desligado – disse.
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DCI - DIÁRIO, COMÉRCIO
E SERVIÇOS, 18 de março de 2010
CONSTRUÇÃO
Construção Civil,Caixa
e Ministério das Cidades fazem acordo
Agência Brasil
BRASÍLIA - A Câmara Brasileira da Indústria da Construção
Civil (Cbic), a Caixa Econômica Federal e o Ministério
das Cidades firmaram nesta quarta-feira (17) acordo setorial para garantir
a qualidade das construções incluídas em programas
habitacionais e de infraestrutura geridos pelo ministério e operados
pela Caixa. O acordo inclui obras do Programa de Aceleração
do Crescimento (PAC).
O objetivo é enquadrar
as construções nas normas do Programa Brasileiro de Qualidade
e Produtividade do Habitat (PBQP-H). Nesta semana, foram constatados
problemas em habitações construídas no Morro do
Alemão, no Rio de Janeiro, que estavam incluídas entre
as obras do PAC.
“A importância desse
acordo é garantir a qualidade dos projetos nessa área
e induzir as empresas incluídas no programa a aperfeiçoar,
cada vez mais, seus projetos, suas práticas”, afirmou o
presidente da Cbic, Paulo Simão.
Pelo acordo, as empresas construtora
serão certiificadas pelo Sistema de Avaliação da
Conformidade de Serviços e Obras (Siac) dao PBQP-H, seguindo
critérios por número de unidades habitacionais.
Também participaram
da solenidade o ministro das Cidades, Márcio fortes, e o vice-presidente
da Caixa, Jorge Hereda.
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Agência Câmara,
18 de março de 2010
Ministro diz que redução
da jornada não vai quebrar empresas
Brizza Cavalcante
O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, declarou que o debate sobre a redução
da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais (PEC 231/95) não
tem sido tratado com sinceridade por parte do empresariado. De acordo
com o ministro, boa parte dos argumentos dos empresários não
são corretos, entre eles o de que a redução da
jornada levaria as empresas à falência.
"A quase totalidade dos
países do mundo desenvolvido, grupo no qual o Brasil pretende
estar, utiliza carga horária de trabalho de 36, 37 horas. Então,
quando dizem que em nenhum lugar do mundo se aplica esse tipo de escala,
não faz sentido. Quanto ao argumento de que empresas vão
quebrar por causa disso, sabemos que esse também não é
verdade”, disse. “Por que o Brasil não pode evoluir?",
questionou o ministro, durante audiência da Comissão de
Trabalho, de Administração e Serviço Público
da Câmara.
Lupi lembrou, ainda, que os
empregados gastam entre 1 hora e 1 hora e meia para ir e também
para voltar do local de trabalho.
Royalties
do petróleo
O ministro criticou a aprovação, pela Câmara, dos
novos critérios de distribuição dos royalties para
exploração de petróleo (substitutivo ao PL 5938/09,
do Executivo). Segundo Lupi, essa discussão não ocorre
da maneira correta, pois essa não é uma luta entre a federação
e o estado do Rio de Janeiro. "Não sou candidato a nada,
mas não posso ficar contra o estado que me acolheu, assim como
acolheu também 1 milhão de mineiros e 2 milhões
de nordestinos", disse.
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O Globo, 18 de março
de 2010
CNI reúne 45 entidades contra
a PEC 231/95 de redução da jornada semanal
Por Azelma Rodrigues,
N'O Globo
Uma queda de braço entre
a Força Sindical e a Confederação Nacional da Indústria
(CNI) foi explicitada hoje. Tão logo o presidente da Força
Sindical, deputado Paulo Pereira da Silva (PDT/SP), o Paulinho, anunciou
que protocolizaria denúncia contra a CNI na Procuradoria Geral
do Trabalho (PGT), a entidade do empresariado rebateu a acusação,
em nota.
Paulinho acusa a CNI de "usar
verba do Sistema S para fazer campanha contra a redução
da jornada de trabalho." E informou que protocolaria essa denúncia
hoje à tarde, na PGT, após marcar hora com o procurador
Otávio Brito.
O Sistema S - Sesi, Senai, Sesc,
Senat - é formado por órgãos da indústria,
comércio e transportes criados com a função de
promover a formação profissional nesses setores.
Em média, o Sistema S
conta com cerca de R$ 6 bilhões em receita anual, em contribuições
das empresas (custo este repassado aos preços ao consumidor)
recolhidas pela Receita Federal na arrecadação previdenciária.
Em nota, o presidente da CNI,
também deputado federal Armando Monteiro Neto, chamou a denúncia
de Paulinho de "equívoco" e "um absurdo".
"É uma falácia
afirmar que a CNI usa os recursos do Sistema S, simplesmente porque
o orçamento da CNI não tem como fonte direta os recursos
do Sistema S", diz Monteiro Neto na nota.
"Além disso, nem
o Senai e o Sesi fazem campanha contra a redução da jornada
de trabalho por força de lei. Trata-se de uma pseudo-denúncia,
sem qualquer conteúdo, por absoluta fragilidade", enfatizou.
Segundo ele, a CNI é
uma entidade que representa os interesses da indústria e, ao
atuar para evitar a votação no plenário da Câmara
dos Deputados da proposta de emenda constitucional que reduz a jornada
de trabalho, está simplesmente "cumprindo seu papel".
"Estamos atuando de forma
transparente, em atos públicos, indo à Câmara, visitando
as lideranças partidárias, em defesa dos legítimos
interesses da indústria, que sofrerá elevação
de custos e perderá competitividade se a redução
da jornada for imposta por lei. É nossa obrigação.
Continuaremos em campanha contra a PEC da redução da jornada",
concluiu Monteiro Neto.
Já a Força Sindical
ameaça patrocinar sindicalistas para acampamento na Esplanada
dos Ministérios em Brasília, para acompanhar a votação
no Congresso, por tempo indeterminado.
"Se os deputados sepultarem
a redução da jornada, vamos sepultar várias candidaturas",
diz anúncio na página da Força na internet. Os
sindicalistas prometem responder ao movimento dos empresários
e aumentar a mobilização para que a proposta seja aprovada
no Congresso Nacional, segundo a Força.
A proposta prevê que a
redução da atual jornada de 44 para 40 horas, o que deve
ampliar o número de empregos, defendem os sindicalistas.
Os empresários discordam.
Acham que a carga tributária sobre contratações
vai inibir o aumento de vagas, e defendem o uso da hora-extra. Seria
um expediente para não ampliar os quadros funcionais. Mas a emenda
constitucional também aumenta o valor da hora-extra.
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Gazeta do Povo, 18 de março
de 2010
Petróleo
Serra diz que modelo aprovado é
"inaceitável"
São Paulo e Uberaba (MG) - O governador de São Paulo,
José Serra (PSDB), chamou de “inaceitável”
a nova divisão dos royalties do pré-sal, embora não
tenha criticado a distribuição por todos os estados. Foi
a primeira vez que Serra se posicionou sobre o modelo de partilha da
riqueza do pré-sal.
Segundo ele, o grande problema
é que, do modo em que foi aprovada na Câmara dos Deputados,
a distribuição dos royalties irá causar a quebra
financeira dos estados do Rio de Janeiro e do Espírito Santo
e dos municípios de ambos que também recebem esses recursos.
“Eu mandei pegar
o projeto em Brasília. Eu acho que é uma preocupação
correta de ter os benefícios do petróleo para todo o Brasil.
Mas acho que o projeto, do jeito que está, arruina o Rio de Janeiro,
arruina o Espírito Santo, e por isso é inaceitável”,
disse o governador, após participar de evento no Palácio
dos Bandeirantes, em São Paulo.
Serra ressaltou que o problema
não está na distribuição de royalties do
petróleo do pré-sal, e sim do petróleo retirado
da plataforma continental – alvo da emenda aprovada pela Câmara.
“Isso significaria fechar as portas de muitas prefeituras do Rio
e do Espírito Santo”, disse.
Dilma Rousseff
A ministra da Casa Civil, Dilma
Rousseff, disse que “não é bom apostar no confronto,
porque ninguém ganha com isso”, ao comentar o debate sobre
a questão dos royalties. Ela ratificou que a posição
do governo federal sobre a divisão dos royalties é a que
está na Constituição Federal, ou seja, com o destino
de uma fatia maior aos estados produtores e a divisão do restante
para as outras unidades da federação. A pré-candidata
do PT admitiu que o governo foi derrotado na votação do
projeto na Câmara dos Deputados, cuja decisão foi encaminhada
ao Senado Federal e prevê uma divisão igualitária
dos royalties. “Perdemos, mas vamos para um segundo momento, que
é a decisão no Senado”, disse Dilma.
De acordo com a ministra, o
governo já previa uma polêmica sobre a divisão dos
royalties e avaliava não incluir o ponto em um projeto enviado
ao Congresso. “Achávamos que não era bom colocar
a questão este ano porque é um ano mais difícil,
mais delicado, e há o problema das eleições”,
afirmou. “Como não teve jeito, procuramos uma forma que
mantinha o papel dos estados, previsto na Constituição.”
Sobrou para a União
A proposta de jogar para a União
a responsabilidade de ressarcir o Rio de Janeiro e o Espírito
Santo por causa da nova divisão de royalties ganhou ontem o apoio
dos governadores Eduardo Campos (Pernambuco) e Cid Gomes (Ceará),
ambos do PSB, partido da base aliada do governo. Representantes de estados
que serão beneficiados com a manutenção da regra
aprovada na Câmara na semana passada, os dois governadores se
reuniram com lideranças do Senado para defender que a divisão
igualitária dos recursos dos royalties do petróleo, essência
da emenda aprovada pelos deputados, deve ser mantida.
“O princípio da
equidade e da justiça é inegociável”, disse
o governador pernambucano. “O que precisamos negociar agora é
uma regra de transição que possa atender ao Rio de Janeiro,
Espírito Santo e São Paulo”, acrescentou Campos,
após encontro com o presidente do Senado, José Sarney
(PMDB-AP).
A ideia de deixar para a União
a conta do ressarcimento partiu do deputado Ibsen Pinheiro (PMDB-RS),
um dos autores da polêmica emenda aprovada na Câmara que
acabou com os privilégios dos chamados estados produtores e garantiu
a divisão dos recursos provenientes da compensação
paga pelas empresas que exploram petróleo (royalty) de forma
igualitária entre todos os estados e municípios. A medida
será apresentada pelo senador Pedro Simon (PMDB-RS) como emenda
ao projeto que estabelece o modelo de partilha de produção
no pré-sal, assim que a proposta começar a ser analisada
no Senado.
Entenda
Uma emenda aprovada na Câmara dos Deputados desfavorece os estados
produtores de petróleo.
O que são royalties
É uma compensação
financeira – devido a danos ambientais, por exemplo – paga
mensalmente a estados e municípios devido à exploração
de petróleo.
Emenda Ibsen
A emenda dos deputados Ibsen
Pinheiro (PMDB-RS), Humberto Souro (PPS-MG) e Marcelo Castro (PMDB-PI)
propõe novos critérios de distribuição dos
royalties.
Aprovação
A emenda foi aprovada na Câmara
dos Deputados no último dia 10 (369 votos a favor, 72 contra)
e seguiu para o Senado. Se não houver modificação,
ele seguirá para sanção ou veto do presidente Lula.
Perdas
No caso do Rio de Janeiro, estima-se
perdas de R$ 7,2 bilhões para o estado e os municípios
produtores – 98% do total da receita.
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Gazeta do Povo, 18 de março
de 2010
Imóveis
Governo amplia uso do FGTS em consórcio
Trabalhadores poderão usar recurso do
fundo de garantia para abater prestações
A partir de hoje, o uso do Fundo
de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) no consórcio imobiliário
será ampliado e trabalhadores também poderão usar
o dinheiro das contas para abater prestações. A medida
foi regulamentada ontem pela Caixa Econômica Federal. Pela regra
antiga, era permitido apenas o uso dos recursos para lance e complemento
da carta de crédito. Os administradores de consórcios
preveem que deve dobrar o número de clientes do segmento imobiliário
que usam o FGTS.
A nova regra beneficia clientes
que já compraram imóvel com a carta de crédito
emitida pelo consórcio, mas que ainda têm parcelas a pagar.
Nesses casos, o trabalhador pode usar o fundo para antecipar compromissos
futuros. Se o valor da conta for suficiente, a dívida poderá
até ser completamente quitada.
Os interessados em usar os recursos
devem procurar a partir de hoje as administradoras de consórcio.
Para poder usar os recursos, o imóvel, a conta do FGTS e a titularidade
da cota do consórcio devem estar no mesmo nome e o imóvel
precisa ser residencial e urbano, com valor de até R$ 500 mil.
Outra regra prevista pela Caixa
é a que a residência adquirida deve estar na localidade
em que o cliente trabalha ou reside há mais de um ano. Nas regiões
metropolitanas, também é permitido usar o FGTS para as
cidades vizinhas. O cliente não pode ser dono de outro imóvel
na cidade, nem ter em seu nome financiamento ativo do Sistema Financeiro
da Habitação (SFH) em qualquer parte do Brasil na data
de compra da residência.
O presidente executivo da Associação
Brasileira de Administradoras de Consórcio (Abac), Paulo Roberto
Rossi, acredita que a nova regra deve dobrar o número de clientes
do setor que usam o FGTS. Em 2009, pouco mais de 10 mil clientes –
dos 60 mil consorciados de imóveis no Brasil – usaram os
recursos do fundo para dar lance ou reforçar o valor da carta
de crédito. “Em torno de 15% a 20% dos nossos clientes
já usam o fundo em algum momento. Agora, a participação
deve dobrar no médio prazo.”
O setor está bastante
otimista com a regra, que havia sido aprovada no ano passado pelo Conselho
Curador do FGTS, mas esperava regulamentação da Caixa.
“Antes, tínhamos a expectativa de que o setor cresceria
de 8% a 10% em 2010. Agora, essa expansão pode até dobrar
com a entrada de novos clientes atraídos pelo uso ampliado do
FGTS”, diz o representante das administradoras ao citar que os
novos clientes devem vir principalmente da classe C.
“Não é um
número muito grande de trabalhadores que participam do FGTS e
que têm consórcio. Mas acho isso positivo porque o papel
do FGTS é facilitar a vida do trabalhador”, comentou o
ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi.
Para
quem
Para usar o recurso é preciso seguir
algumas regras:
- O imóvel, a conta
do FGTS e a titularidade da cota do consórcio devem estar no
nome da mesma pessoa.
- O imóvel precisa
ser residencial e urbano, com valor de até R$ 500 mil.
- A residência adquirida
deve estar na localidade em que a pessoa trabalha ou reside há
mais de um ano. Nas regiões metropolitanas, também é
permitido usar o FGTS para as cidades vizinhas.
- O cliente não pode
ser dono de outro imóvel na cidade, nem ter em seu nome financiamento
ativo do Sistema Financeiro da Habitação (SFH).
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O ESTADO DO PARANÁ,
18 de março de 2010 | Economia
Uso do FGTS para consórcio estimulará
a economia
O ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, afirmou hoje que a possibilidade
de utilizar recursos do FGTS para quitar dívida de consórcios
imobiliários irá estimular a economia e gerar mais emprego,
além de facilitar a vida do trabalhador.
"Ele tem aquele dinheiro, que está parado, e às vezes
está pagando um dinheiro grande num consórcio. Por que
não permitir que ele saque aquele dinheiro para quitar sua dívida?
Isso ajuda a economia, mais dinheiro circulando, por consequência
mais emprego. E o meu papel é ajudar a gerar emprego", afirmou.
Segundo ele, não é grande o número de trabalhadores
que participam do FGTS e que têm consórcio.
A Caixa Econômica
Federal anunciou hoje que clientes com FGTS poderão a partir
de amanhã usar recursos da conta para amortizar, liquidar e pagar
parte das prestações de consórcio imobiliário.
A medida já havia sido aprovada pelo Conselho Curador do FGTS
no final de 2009 e esperava regulamentação do banco federal.
A novidade estará disponível para os clientes que já
tenham sido contemplados com a carta de crédito e adquirido o
imóvel.
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O ESTADO DO PARANÁ,
18 de março de 2010 | Economia
CNC: total de famílias endividadas
sobe e atinge 63%
A Confederação Nacional do Comércio (CNC) divulgou
hoje pesquisa que mostra que o nível de endividamento dos consumidores
aumentou em março. De acordo com a Pesquisa de Endividamento
e Inadimplência ao Consumidor (Peic), houve "manutenção
da tendência de alta" do endividamento em março, quando
o porcentual de famílias endividadas chegou a 63%, ante 61,8%
em fevereiro. Em janeiro, era de 61,2%. Os dados do levantamento são
coletados em todas as capitais do País e no Distrito Federal,
ouvindo 17.800 consumidores.
O porcentual de famílias
que declararam que não terão condições de
pagar as dívidas permaneceu praticamente estável, passando
de 8,6% em fevereiro para 8,7% em março, patamar considerado
favorável pela CNC. Segundo os economistas da CNC, o pequeno
aumento ocorrido nesse indicador de fevereiro para março, após
uma queda expressiva de janeiro (10,2%) para fevereiro, "acompanha
um aumento do custo de vida ocorrido no início deste ano".
Eles acrescentam que "a manutenção das condições
favoráveis de acesso ao crédito, do mercado de trabalho
e renda impediu uma deterioração significativa da inadimplência".
Entre os endividados,
o tipo de dívida mais comum é o cartão de crédito
(72,5%), seguido de carnês (27,4%), financiamento de carro (12,5%)
e crédito pessoal (10,2%).
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G1, 18 de março de
2010
Eleições 2010: Serra
tem 35% e Dilma, 30% das intenções de voto, diz Ibope
Por Maria Angélica de Oliveira,
Do G1, em São Paulo
Pesquisa encomendada pela Confederação
Nacional da Indústria (CNI) ao Ibope, divulgada nesta quarta-feira
(17), sobre as intenções de voto para presidente da República
aponta o governador de São Paulo, José Serra (PSDB), com
35% da preferência do eleitorado, contra 30% da ministra da Casa
Civil, Dilma Rousseff (PT). O deputado federal Ciro Gomes (PSB-CE) tem
11%. A senadora Marina Silva (PV-AC) aparece com 6%.
A pesquisa foi realizada entre
6 e 10 de março e os resultados consideram nomes sugeridos em
uma lista para os eleitores. Foram entrevistadas 2002 pessoas em 140
municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais
para mais ou para menos. O intervalo de confiança estimado é
de 95%.
A diferença entre o governador
e a ministra diminuiu de 21 pontos percentuais, no levantamento anterior,
divulgado no início de dezembro, para cinco pontos agora. Em
dezembro, Serra aparecia com 38% das intenções de voto,
contra 17% de Dilma Rousseff, 13% de Ciro Gomes e 6% de Marina Silva.
Na pesquisa, brancos e nulos
somaram 10%, contra 13% no levantamento anterior. Eleitores que não
souberam responder são 8%, contra 12% na pesquisa de dezembro.
Com
Aécio
Em outro cenário, com o governador de Minas Gerais, Aécio
Neves (PSDB), no lugar de Serra, Dilma assume a liderança com
34% das intenções de voto, contra 21% de Ciro, 13% de
Aécio e 8% de Marina. Brancos e nulos são 14%. O percentual
de eleitores que não responderam foi de 9%.
A CNI/Ibope também simulou
a intenção de voto em dois quadros sem Ciro Gomes. No
primeiro, Serra tem 38%, contra 33% de Dilma e 8% de Marina. Nesse cenário,
brancos e nulos somam 12%, e eleitores que não responderam, 8%.
Em outra simulação, desta vez com o governador mineiro,
Dilma tem 39% das intenções de voto e é seguida
por Aécio, com 18%, e Marina, com 12%. Brancos e nulos são
19%. Doze por cento dos eleitores não responderam.
Rejeição
O menor índice de rejeição é o do governador
José Serra: 25% dos entrevistados disseram que não votariam
nele de jeito nenhum para presidente. Esse percentual era de 29% na
última pesquisa. Em relação a Dilma Rousseff, o
índice de rejeição caiu de 41% em dezembro, para
27% agora. Ciro tinha rejeição de 33% e agora é
rejeitado por 28% dos entrevistados.
Os maiores índices de
rejeição são de Marina e Aécio, com 31%
cada um.
Serra é o pré-candidato
mais conhecido da população. Na pesquisa, 65% disseram
que o conhecem bem ou "mais ou menos". Dilma teve o maior
crescimento no que se refere a ser conhecida. Em dezembro, 32% das pessoas
diziam que a conheciam bem ou "mais ou menos". Esse índice
agora é de 44%.
Espontânea
Segundo Rafael Lucchesi, diretor de operações da CNI,
um dos pontos mais representativos da pesquisa "é o percentual
de 42% de eleitores que não sabem em quem votarão na pesquisa
espontânea", quando não são apresentados nomes
para os eleitores.
Nessa simulação,
o presidente Lula foi o mais mencionado pelos entrevistados: 20% disseram
que votariam nele, apesar de Lula não poder se candidatar por
já estar em seu segundo mandato. 14% mencionaram Dilma e 10%
citaram Serra. Aécio Neves foi lembrado por 3%, enquanto Marina
Silva e Ciro Gomes tiveram, cada um, preferência de 1% dos eleitores.
Datafolha
Pesquisa Datafolha divulgada em 27 de fevereiro mostrou queda na diferença
entre os pré-candidatos do PSDB, o governador paulista, José
Serra, e do PT, a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, à
sucessão presidencial.
O levantamento apontou Serra
com 32% das intenções de voto; Dilma Rousseff, com 28%;
o deputado federal Ciro Gomes (CE), pré-candidato do PSB, com
12%; e a pré-candidata do PV, senadora Marina Silva (AC), com
8%. Na mostra anterior do Datafolha, divulgada em dezembro de 2009,
Serra tinha 37%; Dilma 23%; Ciro 13%; e Marina 8%.
Outro
levantamento
Pesquisa realizada pelo Ibope por encomenda da Associação
Comercial de São Paulo e realizada entre os dias 6 a 9 de fevereiro
indicava Serra com 36% das intenções de voto e Dilma 25%.
Em terceiro lugar estava o deputado
federal Ciro Gomes (PSB) com 11%, seguido da senadora Marina Silva (PV)
com 8%.
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O ESTADO DO PARANÁ,
18 de março de 2010 | Política
53% preferem votar em candidato de Lula
A pesquisa CNI/Ibope divulgada hoje mostrou que mais da metade dos entrevistados
- 53% - prefere votar em um candidato apoiado pelo presidente Luiz Inácio
Lula da Silva. É a primeira vez que a sondagem sobre transferência
de votos é feita nos levantamentos da CNI/Ibope para o atual
período eleitoral, iniciados em setembro.
No Nordeste e entre os que ganham
até um salário mínimo por mês, o peso do
apoio do presidente é ainda maior e atinge 69%. A influência
é menor para os eleitores de maior escolaridade (38% para quem
cursou o ensino superior) e renda (34% para quem ganha mais de 10 salários
mínimos por mês).
Dos 2.002 entrevistados, 33%
não levarão em conta o apoio do presidente para votar;
10% disseram que votarão em um candidato da oposição;
e 5% não souberam responder ou não responderam à
questão.
A CNI/Ibope também mostrou
que, embora a maioria (58%) saiba que Dilma Rousseff é a candidata
apoiada por Lula, ainda é expressivo o porcentual de eleitores
que não sabem quem é o candidato apoiado por Lula (42%).
O diretor de Operações da CNI, Rafael Lucchesi, avaliou
que os números não permitem dizer qual vai ser a capacidade
do presidente Lula de transferir votos para Dilma e se a candidatura
da ministra tem potencial de crescimento ainda maior. "A pesquisa
diz apenas que essa capacidade de transferência, agora, é
grande, embora ainda exista um grande desconhecimento em torno da pré-candidata",
afirmou.
Lucchesi ressaltou que
o ano eleitoral ainda está no início e nem todos os pré-candidatos
estão colocados como tal. "A política é dinâmica
e existe uma grande complexidade nas intenções dos eleitores,
que ainda não calibraram sua decisão. O que acontecer
daqui para a frente vai ser determinante para isso", disse. Para
exemplificar, Lucchesi explicou que há uma parcela de eleitores
que aprova o governo Lula, mas manifesta intenção de votar
em Serra. "Dessa forma, não se pode dizer que aquela parcela
de 33% dos eleitores que não levarão em conta o apoio
do presidente são os votos que estarão em disputa."
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O ESTADO DO PARANÁ,
18 de março de 2010 | Política
Dilma é única que cresce
desde setembro
As últimas três pesquisas de intenção de
voto CNI/Ibope mostram a estabilidade do governador de São Paulo,
José Serra, provável candidato do PSDB à Presidência
da República, e o expressivo crescimento da candidatura da ministra-chefe
da Casa Civil, Dilma Rousseff. A evolução das últimas
três pesquisas mostra que Dilma foi a única que conquistou
votos nessa base de comparação e parece ter roubado votos
antes direcionados para seus adversários.
De setembro a março,
todos os demais candidatos registraram queda ou estabilidade nas intenções
de voto. A diferença entre os principais nomes na disputa continua
favorável a Serra, mas caiu do patamar de 20 pontos porcentuais
de setembro e novembro para apenas cinco pontos porcentuais na atual
pesquisa.
Serra, que aparecia com 35%
das intenções de voto em setembro, subiu para 38% em novembro
e voltou aos 35% na pesquisa divulgada hoje. Dilma estava com 15% em
setembro, subiu para 17% em novembro e agora tem 30% das intenções
de voto. "A candidatura de Dilma vem crescendo, como já
era esperado", afirmou o diretor de operações da
CNI, Rafael Lucchesi.
Ciro Gomes (PSB) tinha 17% em setembro, caiu para 13% em novembro e
desceu para 11% na atual pesquisa. Marina Silva (PV), que começou
com 8% em setembro, caiu para 6% em novembro e manteve o mesmo porcentual
em março. A proporção de votos brancos e nulos
foi de 14% em setembro para 13% em novembro e 10% em março, e
a parcela do eleitorado que não soube ou não quis responder
à pesquisa caiu para 8% em março, ante 12% em novembro
e 10% em setembro.
"Seguramente a estratégia
de expor a ministra e identificá-la como a candidata do presidente
Luiz Inácio Lula da Silva tem dado certo", disse Lucchesi.
"Mas temos que levar em conta ela é a única candidata
declarada. Os outros são pré-candidatos ou ainda não
assumiram a candidatura."
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Gazeta do Povo, 18 de março
de 2010
Sucessão estadual
Pesquisa cacifa ministra para alianças
no PR
Brasília - Avaliada inicialmente como peso extra na formação
de alianças no Paraná, a parceria com a ministra da Casa
Civil, Dilma Rousseff (PT), ganha peso na disputa pelo Palácio
Iguaçu. Ao encostar em José Serra na pesquisa CNI/Ibope
divulgada ontem, a petista mostrou que pode ajudar na campanha estadual.
A expectativa é detectar qual o poder de transferência
de votos dela, em conjunto com o presidente Lula, para a eleição
local.
Em negociação
com o PT desde o ano passado, o pré-candidato ao governo, senador
Osmar Dias (PDT), avalia que a escalada da ministra evidencia o poder
de Lula. O senador cita uma história pessoal para ilustrar o
encantamento de uma parcela da população paranaense com
o presidente.
“Um garçom
de uma churrascaria em Curitiba me disse que votaria em qualquer candidato,
menos na Dilma. Uma semana depois ele me disse que tinha mudado de ideia
porque descobriu que ela era a candidata do Lula”, diz o pedetista.
Para a cientista política
Luciana Veiga, da Universidade Federal do Paraná (UFPR), uma
dobradinha com Dilma é positiva para Osmar e prejudicial ao pré-candidato
do PSDB, Beto Richa. “A candidatura da Dilma está em ascensão,
com o maior jeito de que vai emplacar. O Osmar poderá se apresentar
como um parceiro do governo federal e lucrar com esse conceito.”
Para o senador Alvaro Dias (PSDB),
o resultado da pesquisa de ontem não pode ser considerado tão
ruim. “O Serra está sem fazer campanha, enquanto a Dilma
está pelo Brasil afora fazendo propaganda ilegal com o Lula.
Quando o Serra entrar para valer na disputa, a tendência é
abrir vantagem novamente.”
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Gazeta do Povo, 18 de março
de 2010
PSDB
Tucano lança candidatura no dia
10
São Paulo - Em um videochat para usuários da rede de microblogs
Twitter, o presidente nacional do PSDB, senador Sérgio Guerra
(PE), disse ontem que o governador de São Paulo, José
Serra, vai anunciar sua candidatura à Presidência da República
no dia 10 de abril, um sábado, em Brasília.
A decisão de atrasar
o anúncio da sua candidatura à Presidência, na avaliação
de cientistas políticos, tem prejudicado o desempenho de Serra
nas últimas pesquisas de intenção de voto. A pesquisa
CNI/Ibope, divulgada ontem, indica queda do governador em três
pontos porcentuais, passsando de 38% no levantamento anterior para 35%.
O presidente do PSDB minimizou
a queda de Serra, avaliando-a como estagnação. “José
Serra não fez outra coisa senão manter suas intenções
de voto. Mantivemos uma posição estável, com o
governador em São Paulo, sem andar pelo Brasil, sem aparecer
nas redes de televisão”, afirmou.
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Agência Carta Maior,
18 de março de 2010
Weissheimer: Qual é mesmo o programa
do PSDB para o Brasil?
A dificuldade do PSDB com as palavras é
compreensível. O partido tem um candidato conhecido, mas sem
discurso e programa. E a cada nova pesquisa esse vazio vai sendo exposto.
Neste novo levantamento do Ibope, há um dado muito expressivo:
mais da metade dos entrevistados (53%) disseram que pretendem votar
nas eleições deste ano em um candidato apoiado pelo presidente
Lula.
por Marco Aurélio Weissheimer
para a Carta Maior
Nova pesquisa Ibope, encomendada pela Confederação Nacional
da Indústria (CNI) confirma tendência apontada em levantamentos
anteriores: a aprovação de Lula bate novo recorde, Dilma
Rousseff segue crescendo e José Serra segue estagnado (ou “estável”,
como preferem dizer seus apoiadores). Nove áreas do governo foram
avaliadas e, em apenas três, desaprovação superou
aprovação. Geração de emprego em fevereiro
bate recorde. Alto desempenho do governo e da economia expõe
vazio programático do PSDB e de sua candidatura.
Um dos números mais terríveis
do Ibope para o governador José Serra é o que aponta a
manifestação espontânea de voto. Segundo a pesquisa
divulgada nesta quarta-feira (17), o presidente Lula lidera com 20%,
sendo seguido pela ministra Dilma Rousseff, com 14% e por Serra, com
10%. Ou seja, somados, Lula e Dilma chegam a 34% contra apenas 10% do
tucano. As más notícias, para o PSDB, do levantamento
encomendado pela Confederação Nacional da Indústria
não param por aí: a diferença entre Serra e Dilma
caiu 13 pontos percentuais em relação à última
pesquisa Ibope. Na estimulada, Serra tem 35% e Dilma, 30%. Na pesquisa
anterior, realizada em novembro, Serra tinha 38% e Dilma, 17%. O índice
de rejeição da ministra caiu de 41% para 27% desde a última
pesquisa. E 42% dos entrevistados não sabem que ela é
candidata de Lula.
A pesquisa Ibope/CNI mostra
que a avaliação positiva do governo do presidente Lula
também cresceu. Mais do que isso, bateu seu recorde. O governo
Lula foi avaliado de forma positiva por 75% dos pesquisados. Em novembro,
esse índice era de 72%. Outros 19% avaliaram o governo Lula como
regular, e apenas 5% como ruim ou péssimo. Já a aprovação
pessoal do presidente Lula se manteve estável na casa dos 83%.
Neste mês de março, somente 13% disseram desaprovar o presidente
e 4% não souberam ou quiseram responder. Na comparação
entre o primeiro e o segundo mandatos do presidente Lula, 49% consideram
que o segundo é melhor que o anterior. Outros 40% consideram
igual, e 9% dizem que o segundo é pior que o primeiro. O Ibope
ouviu 2.002 pessoas entre os dias 6 e 10 de março.
Pesquisa confirma tendência
de polarização
Em relação às
candidaturas de Ciro Gomes (PSB) e Marina Silva (PV), a pesquisa não
apresentou maiores novidades. Ciro caiu dois pontos em relação
à pesquisa anterior, ficando com 11% das intenções
de voto. Já a senadora Marina Silva manteve os 6% que conseguiu
no último levantamento. Com a presença de Ciro, Serra
tem 38% de preferência e Dilma, 33%. Neste mesmo cenário,
Marina chega a 8%. Ou seja, a pesquisa Ibope apresenta a mesma tendência
de polarização verificada nos levantamentos anteriores
de outros anteriores. Até aqui, não há grande espaço
para o surgimento da famosa “terceira via”, lugar acalantado
tanto por Ciro quanto por Marina. Ainda é cedo, mas a disputa
Dilma-Serra vai tomando conta, além do tabuleiro político,
também da percepção do eleitorado.
Os números do Ibope reforçaram
a preocupação dos partidários de Serra. Até
a metade da tarde desta quarta, o site nacional do PSDB ignorava a pesquisa,
sem fazer qualquer comentário sobre ela. Sinal de que falta o
que dizer no momento. Pelo twitter, o presidente nacional da sigla,
Sérgio Guerra, procurou minimizar o resultado dizendo que Serra
“se manteve estável” na pesquisa porque “não
faz campanha eleitoral antecipada”. “O Serra operou esse
tempo todo como governador. Não operou como candidato”,
disse Guerra, esquecendo-se de mencionar as agendas carnavalescas de
Serra e as freqüentes inaugurações de obras em São
Paulo (atividades que, no caso da ministra Dilma Rousseff, segundo o
PSDB, configurariam propaganda eleitoral antecipada).
PSDB sem programa e sem discurso
A dificuldade do PSDB com as
palavras é compreensível. O partido tem um candidato conhecido,
mas sem discurso e programa. E a cada nova pesquisa esse vazio vai sendo
exposto. Neste novo levantamento do Ibope, há um dado muito expressivo:
mais da metade dos entrevistados (53%) disseram que pretendem votar
nas eleições deste ano em um candidato apoiado pelo presidente
Lula. Some-se a este dado aquele que afirma que 42% dos entrevistados
não sabem que Dilma é candidata de Lula e o tamanho do
problema para os tucanos está bem configurado. Ainda segundo
os números do Ibope, a candidata do PT ficou mais conhecida e
a rejeição em relação ao seu nome caiu expressivamente.
Em resumo, não uma única notícia boa para Serra
na pesquisa, a não ser que se considerasse que Dilma poderia
ter crescido ainda mais.
E, a julgar pelas projeções,
isso deve ocorrer nas próximas pesquisas. O nome de Dilma é
o único que vem crescendo desde setembro de 2009. Enquanto isso,
Serra permanece estagnado, ou estável, como preferem dizer seus
apoiadores. A diferença pró-Serra caiu de 20 pontos percentuais,
em setembro, para apenas 5 pontos agora em março. O que os tucanos
não querem reconhecer (e não podem) é que esse
crescimento é acompanhado de uma alta aprovação
das políticas do governo Lula. O Ibope avaliou essas políticas
divididas em nove áreas: combate à fome e à pobreza,
educação, meio ambiente, combate ao desemprego, combate
à inflação, taxa de juros, saúde, segurança
pública e impostos. Apenas nestas três últimas,
o índice de desaprovação foi maior do que o de
aprovação.
Criação de emprego:
melhor fevereiro da história
A área mais bem avaliada
é a de combate à fome, com 69% de aprovação.
Em segundo lugar, vem a educação, com 62%, e, em terceiro,
meio ambiente, com 58%. A pesquisa mostra ainda que, no que se refere
ao combate ao desemprego, a aprovação voltou ao nível
anterior à crise econômica internacional, 60%. E, pela
primeira vez desde março de 2006, a aprovação da
política de juros (46%) foi maior do que a desaprovação
(44%). E isso que o Ibope não computou o efeito do melhor fevereiro
da história na geração de empregos no país:
mais 209 mil vagas no mês passado, o novo recorde histórico
registrado pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged)
do Ministério do Trabalho e Emprego. O resultado é 52%
maior do que a média dos melhores registros em fevereiro, que
ocorreram entre 2003 e 2008.
Os números ajudam a entender
os altos índices de aprovação do governo Lula.
No primeiro bimestre de 2010 foram gerados 390.844 postos de trabalho,
melhor resultado da série histórica para os meses de janeiro
e fevereiro, superando em 66% a média dos melhores desempenhos,
ocorridos entre 2003 e 2008. Nos últimos 12 meses, a variação
acumulada do emprego formal teve alta de 4,63%, resultado da criação
de 1.478.523 postos de trabalho, o maior aumento registrado desde dezembro
de 2008, nesse tipo de comparação. O Brasil alcança
assim a marca de 33.391.863 trabalhadores com carteira assinada. O setor
de serviços, a indústria de transformação
e a Construção Civil puxaram esse bom desempenho. Diante
desses números, cabe perguntar: e aí Serra, qual vai ser
mesmo o programa do PSDB?
Fonte: Carta Maior
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O ESTADO DO PARANÁ, 18 de março
de 2010 | Política
Salário mínimo regional
será debatido hoje em Curitiba
Redação
Hoje, a partir das 14 horas, está prevista a realização,
em Curitiba, de uma nova audiência pública sobre o novo
valor do piso regional. Depois, será a vez de Londrina e Maringá
e a proposta entra em votação na próxima semana.
O novo piso, na maior faixa, será de R$ 765.
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JORNAL DA MANHÃ/
UBERABA (MG), 18 de março de 2010
MG: Sindicato negocia R$ 700 de piso para
operários do pólo moveleiro
Representantes do Sindicato dos Trabalhadores da Construção
e Mobiliário se reúnem hoje em assembleia para confecção
da pauta de reivindicações da categoria, prevista para
ser entregue ao setor patronal já no início da próxima
semana.
Segundo o diretor da área
de formação do sindicato, Wagner Lafaiete de Oliveira,
a expectativa é a de que os 800 funcionários filiados
à indústria moveleira estejam presentes. “Fizemos
o possível para mobilizar as pessoas para que o documento refletisse
os anseios de todo o setor”, explica.
Entre as principais reivindicações,
a assembleia tende a propor estabelecimento de piso salarial de R$ 700,
incremento da cesta básica, campanhas de fiscalização
das condições de trabalho e prevenção à
saúde e estabelecimento de cursos profissionalizantes para qualificação
dos trabalhadores. “Percebemos que falta mão-de-obra e
a qualificação é uma forma de, também, angariarmos
melhores salários”, justifica. “Queremos propostas
que sejam favoráveis aos trabalhadores e também ao setor
patronal como forma de alavancar a categoria como um todo”.
O documento deve ser entregue
à classe patronal até a próxima segunda-feira,
22. A expectativa é positiva quando à aprovação.
“O que a gente espera é sensibilidade por parte dos empresários,
pois a pauta vem de encontro a melhorar o ambiente de trabalho, refletindo
diretamente no desenvolvimento das empresas”, conclui o diretor.
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O ESTADO DO PARANÁ,
18 de março de 2010 | Economia
Servidores do Ministério do Trabalho
entram em greve
Newton Almeida
À exceção dos auditores, os cerca de 200 servidores
do Ministério do Trabalho e Emprego no Paraná devem aderir
à paralisação de 48 horas que a categoria promove
a partir de hoje.
Entre uma série de reivindicações,
os servidores querem a implementação de um novo plano
de cargos e salários, além da equiparação
salarial com outros setores da esfera federal, como os servidores do
INSS.
Com a paralisação,
poderão ser afetados os serviços de expedição
de documentos, como a Carteira de Trabalho e Previdência Social
(CTPS), além de outras homologações e mediações
trabalhistas.
De acordo com o Sindicato dos
Servidores Públicos Federais em Saúde, Trabalho, Previdência
Social e Ação Social do Paraná (Sindprevs), pelo
menos 20 estados devem aderir à paralisação.
Além do plano de carreira,
os manifestantes querem a contratação de novos servidores,
melhores condições de trabalho e a criação
de uma nova jornada de trabalho com atendimento ao público de
12 horas, com os servidores divididos em dois turnos.
De acordo com o diretor de Organização
do Sindprevs, Ruy Santos, os servidores deverão aguardar uma
nova negociação com o Ministério do Planejamento,
que segundo ele, poderia atender às reivindicações.
Caso não haja respostas do ministério, a categoria deve
promover uma nova greve a partir do dia 6 de abril.
Santos conta que a paralisação
foi decidida depois que representantes dos servidores se reuniram com
negociadores do Ministério do Planejamento no último dia
8, em Brasília. “Os negociadores disseram que o governo
não tinha nada para nos apresentar. Isso causou decepção
e revolta em toda a categoria”, afirmou.
A última greve realizada
pelos servidores do Ministério do Trabalho durou 40 dias, sendo
suspensa no dia 15 de dezembro do ano passado. “Perdemos aquela
greve porque o governo sinalizou que abriria negociação.
Negociação que só serviu para ouvirmos que o governo
não tem nada para oferecer”, lamenta.
Segundo o servidor Gilberto
Félix, o salário médio inicial para cargos administrativos
de nível médio do Ministério do Trabalho gira em
torno de R$ 1,2 mil. “Temos o pior salário entre os servidores
públicos federais. É o esgoto do serviço público”,
afirma.
A assessoria de imprensa
do Ministério do Planejamento informou que o órgão
não deve se pronunciar por ora. Já a assessoria do Ministério
do Trabalho informou que desconhecia a informação de que
haveria uma nova paralisação.
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ESTADÃO.COM, 18 de
março de 2010
Cerca de 400 funcionários da construção
civil fazem passeata em SP
Trabalhadores de empresa que presta serviços
para shopping reivindicam reajuste salarial; ato foi encerrado às
11h30
Fabiana Marchezi, do estadão.com.br
Cerca de 400 funcionários da construção civil realizaram,
na manhã desta quarta-feira, 17, uma passeata pela zona sul de
São Paulo.
Os manifestantes são
trabalhadores de uma empresa terceirizada que presta serviços
para o Shopping Cidade Jardim. Eles reivindicam reajuste salarial e
pediram para mudar o portão de entrada para o shopping. Eles
entram pelo portão em frente à favela Panorama e reclamam
de assaltos. O protesto foi acompanhado por policiais militares do 16º
BPM.
De acordo com a Polícia
Militar, o grupo se reuniu por volta das 7 horas em frente ao portal
principal do shopping, na Avenida Magalhães de Castro, e seguiu
em passeata pela Marginal do Pinheiros, passando pela Ponte Estaiada
até a Avenida Roberto Marinho, onde o protesto foi encerrado
às 11h30, após uma breve assembleia realizada pelo sindicato
da categoria.
Segundo a Companhia de
Engenharia de Tráfego, eles ocuparam uma faixa das vias por onde
passaram, complicando o trânsito na região.
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Notícias do Tribunal Superior
do Trabalho
18/03/2010
Exigência para que empregados aparem
barba e bigodes gera discussão na Justiça Trabalhista
A exigência de uma empresa
de segurança da Bahia de que seus empregados mantenham barba
e bigodes aparados foi tema de discussão na Justiça Trabalhista,
e acabou chegando ao Tribunal Superior do Trabalho. Trata-se de ação
civil movida pelo Ministério Público do Trabalho contra
a empresa, por considerar que a exigência seria ofensiva à
dignidade da pessoa humana e, por isso, geraria direito de indenização
por dano moral coletivo.
A empresa Nordeste Segurança
e Transporte de Valores possuía uma norma de conduta interna,
pela qual o uso de barba e bigodes grandes era considerado uma violação
de disciplina e, portanto, proibido aos funcionários. Contra
esse dispositivo interno, o Ministério Público do Trabalho
da 5ª Região (BA) interpôs ação civil
pública, alegando ato discriminatório de cunho estético,
o que geraria direito a indenização por dano moral coletivo.
O juiz de primeiro grau não aceitou o pedido do MPT, mas determinou
a revogação da norma, que foi substituída por novo
texto. Assim, o MPT recorreu da decisão ao Tribunal Regional
da 5ª Região (BA), que confirmou a sentença. Para
o TRT, não houve violação do patrimônio moral
dos empregados.
Contra essa decisão,
o Ministério Público interpôs recurso de revista
ao TST, alegando violação do inciso X do artigo 5°
da Constituição Federal, que protege a intimidade e a
honra das pessoas, além de assegurar indenização
pelo dano material ou moral. O MPT reafirmou o pedido de indenização
por danos morais coletivos, sob o argumento de que a norma editada pela
empresa teria causado dano de alcance transindividuais, na coletividade
de empregados do sexo masculino.
O relator do processo na Quinta
Turma, ministro Emmanoel Pereira, concluiu pela inexistência de
afronta ao dispositivo constitucional. Segundo o relator, a norma não
teve potencial lesivo, tampouco possuiu conteúdo discriminatório,
como reiterado pelo MPT. Para o ministro, a limitação
ao uso de barba grande foi medida adequada e proporcional à disciplina
no desempenho de atividade de segurança e transporte de valores,
condizente com a limitação de direitos fundamentais. Dessa
forma, concluiu o relator, o texto original da norma não violou
o núcleo essencial da dignidade da pessoa humana e nem fora capaz
de gerar pagamento por danos morais coletivos.
Sob esses fundamentos, a Quarta
Turma não conheceu, por unanimidade, do recurso de revista do
Ministério Público do Trabalho. (RR-115700-62.2004.5.05.0020)
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18/03/2010
Empresa aérea é condenada por
submeter empregado ao “detector de mentira”
A Sexta Turma do Tribunal Superior
do Trabalho condenou, por maioria, a American Airlines ao pagamento
de danos morais por submeter uma empregada ao “detector de mentira”
(polígrafo). Para os ministros, essa atitude é inconstitucional,
pois é discriminatória, viola a intimidade, causa danos
à honra e à imagem, extrapola o exercício do poder
da empresa e não consta no ordenamento jurídico do Brasil.
Em julgamento anterior, o Tribunal
Regional do Trabalho da Terceira Região (MG) havia retirado essa
condenação, no valor de 9.262,00, imposta pelo juiz de
primeiro grau, pois o detector seria uma medida válida para segurança
dos passageiros que utilizam a companhia aérea americana, sujeitos
a acidentes e “ataques terroristas”. Os questionamentos,
realizados uma ou duas vezes por ano, seriam técnicos e não
violariam a intimidade.
No entanto, o ministro Maurício
Godinho Delgado, relator do processo na Sexta Turma, não entendeu
como técnicas algumas dessas perguntas: “Você já
cometeu crimes ou já foi presa?”; “Vende ou já
vendeu narcóticos?”; “Tem antecedentes de desonestidade?”;
“Cometeu violações de trânsito?”; “Deve
dinheiro para alguém? Quem? Quanto?”, “Já
roubou qualquer propriedade do local onde trabalha?”; “Desde
seu último teste, já usou drogas ilegais?”; “Intencionalmente
já permitiu que alguém viajasse com documentos falsos?”;
“Permitiu que alguém violasse os procedimentos de segurança?”;
e “Já permitiu contrabando em alguma aeronave?”.
De acordo com o relator, o uso
do polígrafo não só violaria “a intimidade
dos empregados, como também destina-se, direta ou indiretamente,
a um fim discriminatório”. Assim, seria contrário
aos objetivos constitucionais da República Federativa do Brasil
de “respeito à dignidade da pessoa humana”. O artigo
5º da Constituição dispõe: “são
invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem
das pessoas, assegurando o direito à indenização
pelo dano material ou moral decorrente de sua violação”.
O “detector de mentira”
não seria um mecanismo “legalmente previsto no ornamento
jurídico do país” e assemelharia-se aos métodos
de investigação de crimes exclusivo da polícia.
Para o relator, existiriam outros procedimentos legais mais eficazes
para a segurança da companhia aérea.
Divergência: O ministro
Aloysio Côrrea da Veiga foi vencido na Sexta Turma ao votar contra
a condenação por danos morais. Para isso, citou os julgamentos
anteriores da Sexta Turma, contrários ao entendimento adotado
pelo relator, e defendeu que o uso do polígrafo, destinado ao
pessoal da área de segurança, seria constrangedor, mas
não resultaria em “dor íntima”, e não
daria, assim, causa para a indenização. (RR-28140-17.2004.5.03.092)
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18/03/2010
Legitimidade de sindicato assegura
substituição de seus integrantes de todo o Estado
Quando o sindicato tem base
territorial de abrangência estadual, a competência territorial
será fixada no juízo em que estiver localizada a sede
da entidade sindical. Foi com base nesse entendimento que a Sétima
Turma do Tribunal Superior do Trabalho declarou a competência
territorial do juízo da 35ª Vara do Trabalho de Salvador
para julgar ação promovida pelo Sindicato de Vigilantes
Empregados em Empresas de Segurança e Vigilância do Estado
da Bahia – Sindivigilantes/BA contra o Banco Bradesco S.A.
O caso teve início na
35ª Vara de Salvador, que se julgou incompetente em razão
do lugar, extinguindo o processo. A Vara aplicou o artigo 651 da CLT,
que determina que o trabalhador deve ajuizar a ação no
local da prestação de serviço, após verificar
que os vigilantes – substituídos processualmente pelo sindicato
- prestaram serviços em municípios diferentes. O objetivo
do artigo, segundo a primeira instância, é facilitar ao
trabalhador o acesso à Justiça, protegendo-o, inclusive,
das dificuldades físicas e financeiras que resultam da propositura
da ação em localidade diversa daquela em que prestou serviços.
O Sindivigilantes/BA recorreu
da sentença, mas o Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região
(BA) negou provimento ao apelo, o que provocou novo recurso, desta vez
ao TST. Para a juíza convocada Maria Doralice Novaes, relatora
do recurso de revista do sindicato, o debate em questão é
se o artigo 651 da CLT, que estabelece a competência territorial
do lugar em que ocorreu a prestação dos serviços,
é aplicável aos processos em que há substituição
processual.
Com entendimento diverso da
Justiça do Trabalho da Bahia, a relatora considera que a legitimidade
conferida aos sindicatos pelo artigo 8º, III, da Constituição
para a defesa de direitos da categoria que representa, “assegura
a substituição processual ampla de todos os integrantes
da categoria profissional representada pela entidade sindical”.
A exigência de que a competência territorial seja definida
pelo local em que ocorreu a prestação de serviços
de cada um dos substituídos, esclarece a juíza convocada,
“desvirtua a finalidade precípua do instituto da substituição
processual, destinado a garantir aos jurisdicionados o amplo acesso
à Justiça”.
A relatora destaca, inclusive,
que o ajuizamento da reclamação pelo sindicato profissional,
através da substituição processual, “desonera
o trabalhador do ônus de enfrentar seu empregador em juízo
individualmente”, o que constitui mais um instrumento para garantir
o acesso à JT. Com esse fundamento, considerou a regra contida
no artigo 651 da CLT inaplicável ao caso do Sindivigilantes da
Bahia. (RR - 117900-89.2007.5.05.0035)
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18/03/2010
Empregado precisa provar redução
do patrimônio para receber indenização
O empregado afastado das funções
por incapacidade de trabalho, e posteriormente reintegrado à
empresa, não tem direito à indenização por
danos materiais, se não houver prova de redução
do seu patrimônio. Na prática, esse é o entendimento
que prevalece com a decisão da Seção I Especializada
em Dissídios Individuais do Tribunal Superior do Trabalho de
rejeitar (não conhecer) recurso de embargos de empregada da Chocolates
Garoto S.A.
A relatora, ministra Maria Cristina
Peduzzi, destacou que, diferentemente do alegado pela empregada, não
ocorrera violação do artigo 950 do Código Civil
Brasileiro que prevê pagamento de indenização em
casos de impedimento ou diminuição da capacidade do exercício
da profissão. E como a trabalhadora não apresentara exemplos
de julgados divergentes de Turmas ou da SDI, nos termos da Lei nº
11.496/2007, o recurso não poderia ultrapassar a fase de conhecimento.
Para a trabalhadora, a indenização
por danos materiais tinha por objetivo compensar a sua incapacidade
temporária, além do que a reparação civil
poderia ser paga de forma cumulativa com o recebimento do benefício
previdenciário. Sustentou ainda que o pagamento de salários
pretéritos em razão da reintegração não
afasta o pagamento da indenização prevista no artigo 950
do CCB.
No entanto, o Tribunal do Trabalho
do Espírito Santo (17ª Região) negou o pedido de
indenização por danos materiais, porque a empregada não
apresentava redução da capacidade de trabalho nos dias
atuais, nem demonstrou que existira prejuízo material no passado,
uma vez que ela tinha recebido benefício previdenciário
num primeiro momento, depois teria sido reintegrada aos quadros da empresa.
Já a Quinta Turma do
TST não chegou a analisar o mérito do recurso de revista
da trabalhadora. Segundo o colegiado, a indenização pedida
teria amparo legal se houvesse dano emergente (prejuízo financeiro
imediato sofrido pela vítima) e lucro cessante (correspondente
aos ganhos futuros que foram comprometidos com o infortúnio).
Portanto, além do nexo
causal e da culpa, a demonstração de prejuízo financeiro
da vítima é pressuposto indispensável à
indenização por danos materiais. Nessas condições,
a 5ª Turma concluiu que ficava inviável o pedido de indenização,
na medida em que o Regional afirmara que não existia prova de
redução do patrimônio da empregada. (RR- 22200-34.2007.5.17.0009)
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FETRACONSPAR,
18 de março de 2010 | Eventos
CODEFAT
Ramthun participa de reunião em Brasília/DF
Geraldo Ramthun,
presidente da FETRACONSPAR, Secretário Regional da CNTI e 3º
Vice-Presidente da NCST, está em Brasília/DF, onde durante
toda esta quinta-feira (18/03), participa de reunião do Conselho
deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador – CODEFAT,
com a seguinte pauta:
PAUTA
DA 103ª REUNIÃO ORDINÁRIA DO GTFAT
Brasília, 18 de março de 2010 - 10h às 18h
Sala de Reuniões do 4º andar, Sala 433, Bloco F da Esplanada
dos Ministérios
I – APROVAÇÃO DE ATA
1. Ata da 102ª Reunião Ordinária, realizada em 28
de outubro de 2009;
II – ASSUNTOS PARA DISCUSSÃO
DEPÓSITOS ESPECIAIS
2. Proposta de Resolução que autoriza o financiamento
destinado à inclusão digital de micro e pequenas empresas,
no âmbito do PROGER Urbano;
3. Proposta de Resolução que autoriza o financiamento
de veículos de transporte coletivo complementar de passageiros,
no âmbito do PROGER Urbano;
4. Proposta de Resolução que autoriza o financiamento
para empresas do setor de restaurantes e outros estabelecimentos de
serviços de alimentação e bebidas, no âmbito
do PROGER Urbano;
5. Proposta de Resolução que autoriza o financiamento
de equipamentos para costureiras e alfaiates, no âmbito da linha
de crédito FAT Empreendedor Popular;
6. Proposta de Resolução que autoriza o financiamento
de implantação, ampliação e recuperação
de minis parques industriais em municípios de pequeno porte,
no âmbito do Programa FAT –
INFRA-ESTRUTURA;
7. Proposta de Resolução que aprova a Programação
Anual da Aplicação de Depósitos Especiais do FAT
para o exercício de 2010 – PDE/2010;
8. Proposta de Resolução que altera a de nº 614,
de 28 de julho de 2009, que institui a linha de crédito especial
FAT – TAXISTA;
9. Proposta de Resolução que dispõe sobre normas
operacionais do Programa de Geração de Emprego e Renda
Rural – PROGER Rural;
QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL
10. Proposta de Resolução que aprova a distribuição
de recursos para o exercício de 2010 e estabelece o custo aluno/hora
no âmbito do Plano Nacional de Qualificação –
PNQ;
11. Proposta de Resolução que altera a de nº 575,
de 28 de abril de 2008, que estabelece diretrizes e critérios
para transferências de recursos do FAT, aos estados, municípios,
organizações governamentais, não governamentais
ou intergovernamentais, com vistas à execução do
PNQ, como parte integrada do SINE, no âmbito do Programa do Seguro-Desemprego;
SINE
12. Proposta de Resolução que autoriza a Secretaria de
Políticas Públicas de Emprego – SPPE a alocar recursos
para a execução do Projeto Marco Zero de Intermediação
de Mão-de-Obra Rural.
SEGURO-DESEMPREGO
13. Proposta de Resolução que altera a de nº 468,
de 21 de dezembro de 2005, que estabelece e consolida critérios
para a concessão do Seguro-Desemprego aos pescadores artesanais
durante os períodos de defeso, instituído pela Lei nº
10.779, de 25 de novembro de 2003, e dá outras providências;
III – OUTROS ASSUNTOS
14. Agendamento de reunião extraordinária para tratar
da Contribuição Sindical;
15. Entrega dos seguintes documentos:
•
Calendário de Reuniões do CODEFAT e do GTFAT, exercício
2010 - ATUALIZADO;
• Boletim de Informações Financeiras do FAT –
janeiro/2010;
• Relatório da Execução da PDE –
REL-PDE;
• Relatório Gráfico da Supervisão dos Depósitos
Especiais do FAT e do FUNPROGER – exercício 2008, elaborado
pela Coordenação-Geral de Emprego e Renda – CGER;
•?Relatório de Supervisão dos Depósitos
Especiais do FAT e do FUNPROGER – exercício 2008, elaborado
pela Coordenação-Geral de Recursos do FAT – CGFAT.
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